Os resultados evidenciam dois fenómenos distintos. Por um lado, a U.Lisboa e a U.Coimbra mantêm a liderança nas colaborações internacionais, consolidando redes científicas já muito desenvolvidas. Por outro, a UBI e a U.Aveiro destacam-se como as instituições mais dinâmicas, registando os maiores aumentos relativos. O dado mais relevante é a forte aceleração das colaborações com a China, cujo crescimento médio supera o dos restantes países.
Combinando o nível de colaboração e a sua evolução entre os dois períodos analisados, distinguem-se três grupos de instituições. No primeiro grupo situam-se a U.Lisboa, a U.Coimbra e a U.Minho. A U.Lisboa mantém a liderança em praticamente todos os indicadores, enquanto a U.Coimbra apresenta um desempenho igualmente sólido. A U.Minho destaca-se por liderar as colaborações nacionais com investigadores chineses, um facto que merece reconhecimento em face de uma universidade daquele país ter batido um recorde mundial de mais de 10 anos da universidade de Harvard https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2026/06/o-recorde-mundial-de-mais-de-10-anos-da.html
O segundo grupo integra a UBI, que embora esteja em 7ºlugar nacional no total de colaborações lidera o crescimento das colaborações com a China, a Suécia e a Suíça, registando igualmente um forte aumento com os EUA. Pois apesar de partir de valores absolutos mais baixos, é a instituição que mais rapidamente expandiu a sua internacionalização. Destaque também para a U.Aveiro (6º lugar absoluto) que apresenta também crescimentos muito expressivos com os EUA, a China e a Suécia. Relativamente aos desempenhos menos favoráveis destaca-se pela negativa a U.Porto, pois foi a única instituição entre as sete "irmãs" onde diminuiu a percentagem de publicações com investigadores chineses. Acresce que relativamente ao total de colaborações com os quatro países analisados a UPorto aparece em 4º lugar nacional, atrás da U.Lisboa, U.Coimbra e U.Minho.