Em boa verdade alguém deveria explicar a esses jovens (já que os seus professores e os seus paizinhos não o fizeram, talvez porque também não o saibam) que
os edifícios são na verdade responsáveis por uma quantidade de emissões de carbono superiores às geradas pelo sector rodoviário, e é por essa razão, e por mais paradoxal que possa parecer, que é economicamente muito mais eficiente investir na melhoria do desempenho energético do sector habitacional
do que trocar viaturas que consomem combustíveis fósseis por viaturas elétricas. O que significa que antes de se aventurarem em revoluções sustentadas pela ignorância deveriam primeiro questionar os seus paizinhos, quanto ao
desempenho energético da habitação onde vivem.
Declaro também que anteriormente já tinha escrito sobre a famosa Quinta Patino, em 17 de Agosto de 2019, vide extracto abaixo que novamente reproduzo:
"Interessante facto no interessante artigo da revista Sábado que esta semana se dedica à famosa Quinta Patino (a tal urbanização que tem uma entrada própria para os empregados) é constatar que entre os proprietários das moradias de muitos milhões de euros lá localizadas se contam alguns conhecidos parasitas Portugueses que nada surpreendentemente ficaram a dever centenas de milhões de euros à banca e confiam agora que Portugueses...lhes sustentem por via dos seus impostos a evidente e genética parasitose. Pormenor indescritível é quando o artigo da revista Sábado diz que na Quinta Patino vivem 150 famílias de elite. Antigamente a palavra elite servia para descrever o que há de melhor e se valoriza numa sociedade, quem diria por isso que a língua Portuguesa iria evoluir tanto até ao ponto de passar a incluir a palavra elite como sinónimo de parasitagem !"