quarta-feira, 2 de abril de 2025

Pronta a terceira edição do livro mais citado, sobre um mercado que movimenta mais de 100.000 milhões de euros anualmente


Em 2013 foi publicada a primeira edição de um livro, contendo 24 capítulos, sobre o importante tema da reciclagem de resíduos de construção e demolição, que entretanto se tornou, entre aqueles que foram selecionados para indexação na Scopus, de longe, o mais citado a nível mundial, nessa área.  Vide link supra. A segunda edição foi publicada em 2020. E agora chega a terceira edição, que já está pronta e que começará a ser vendida daqui a poucas semanas. Capa abaixo. Recordo que os resíduos de construção demolição constituem um mercado que movimenta mais de 100.000 milhões de euros, sendo expectável que nos próximos sete anos atinja quase 200.000 milhões de euros https://www.fortunebusinessinsights.com/construction-and-demolition-waste-management-market-105550



terça-feira, 1 de abril de 2025

Catorze instituições de ensino superior públicas com uma produção nula

Se reputei de escandaloso, no post supra, que no ano de 2023, a produção conjunta de várias universidades públicas, em termos de livros indexados na Scopus, foi inferior à de um certo Politécnico, tenho de considerar igualmente escandaloso que em 2024 o mesmo Politécnico tenha conseguido produzir mais livros do que várias universidades públicas. 

E não menos escandaloso é que haja 14 instituições, onde trabalham centenas de docentes doutorados, que durante 2024 foram incapazes de produzir um único livro selecionado para indexação na Scopus. Recordo que em posts anteriores, mostrei que algumas delas, há vários anos que não conseguem produzir um único livro indexado. Tenha-se presente que durante o ano de 2024, a universidade de Oxford produziu mais livros indexados do que todas as universidade e politécnicos Portugueses juntos (públicos e privados).

U.Lisboa……….36 livros 
U.Coimbra……..32
U.Porto…….…..22
U.Minho.............21
U.Aveiro…….….17  
U.Nova………....14
UALG..................11
ISCTE.................11
Pol. Porto…….….5
Pol. Setubal…......3
Pol. Portalegre.....2
Pol. Leiria…..…...2
Pol. Bragança......2
U.Aberta..............1
UBI......................1
U.Évora……....…0
UTAD..................0
U.Madeira………0
UAçores..............0
IPCA....................0
Pol. V.Cast……....0
Pol. Santarém......0
Pol. Viseu…..…...0
Pol.Guarda.…......0
Pol. Lisboa…..…..0
Pol. Coimbra….....0
Pol. Beja….…...…0
Pol. Tomar…...…. 0
Pol. C.Branco....…0

domingo, 30 de março de 2025

A nova péssima noticia para o filho e neto de catedráticos da universidade de Lisboa

 


No post supra de 2 de Julho de 2024, divulguei a sentença de um processo que um  Assistente, filho e neto de catedráticos da universidade de Lisboa, intentou contra um corajoso professor associado com agregação daquela universidade, de nome Jorge Duarte Pinheiro, porque alegadamente aquele teria dito algo sobre os critérios de contratação de Assistentes, que o referido Assistente (filho de catedrático e neto de catedrático) entendeu que ele não poderia ter dito. A dita sentença viria posteriormente a ser objecto de um artigo na revista Sábado em 18 de Julho. https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/tribunal-decide-que-professor-da-fdul-tem-direito-a-liberdade-de-expressao

Nada convencido com a argumentação jurídica que sustentou a decisão do tribunal de primeira instância, que não lhe deu razão, o dito Assistente, filho de catedrático e neto de catedrático, recorreu dela para o Tribunal da Relação, felizmente porém que acabei ontem de ser informado pelo Colega Jorge Duarte Pinheiro, que os três juízes desse Tribunal que apreciaram o recurso, decidiram confirmar a sentença recorrida. O Acórdão de 82 páginas do Tribunal da Relação de Lisboa está acessível no link https://drive.google.com/file/d/1HwfE8TZh6EiGKiZKBbHsUCj3m82uFKxq/view

Há duas semanas atrás, escrevi sobre Os Portugueses manhosos que andam cá para encher o bolso e os Portugueses audaciosos que pagam do seu bolso para defender o interesse público“, como é evidente o o professor Jorge Duarte Pinheiro, pertence obviamente ao segundo grupo, pois pagou do seu próprio bolso, para fazer cumprir a justiça e dessa forma produzir jurisprudência, que ensina sem margem para dúvidas, quão amplos são em Portugal no século XXI, os limites da liberdade de expressão, inclusive quando manifestamente incomodam familiares de catedráticos.