sábado, 19 de março de 2022

"O princípio e o fim da civilização masculina" em Portugal

   

https://www.economist.com/graphic-detail/glass-ceiling-index

O recente artigo no link acima mostra que Suécia, Islândia, Finlândia, Noruega mas também Portugal, são os países com um ambiente laboral menos descriminatório para as mulheres, com um desempenho muito superior ao desempenho de países como a Turquia, o Japão e a Coreia do Sul. 

Interessante seria saber se esta evolução de género nos referidos países poderá um dia mais tarde vir a atingir o estádio radical defendido pela doutorada Meike Stoverock, que há um ano atrás eu já tinha divulgado, tendo nessa altura adicionado ao post em questão, um apontamento jocoso, mas ainda assim cartesiano, relacionado com os absolutamente singulares hábitos de acasalamento do diabo da Tasmânia https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/03/meike-stoverockthe-beginning-and-the.html 

Porém, tendo em conta que vivemos agora em plena guerra (provocada por um criminoso que enquanto andou pelos bancos da universidade pariu um dissertação de fraca categoria) tragédia essa que não se presta a momentos de grande humor) e recordando que os maiores genocidas conhecidos da história são todos masculinos, faz sentido perguntar, será que a radical proposta da Meike Stoverock não permitiria reduzir o número de genocidas no nosso Planeta ?