sexta-feira, 22 de julho de 2022

Ajudar os candidatos ao ensino superior a evitarem cursos que se pautam pela mediania (ou mediocridade) científica

 

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/07/afinal-o-mau-resultado-da-universidade.html

Na sequência do post acima, e tendo em conta que em 25 de Julho se inicia a primeira fase de candidaturas ao ensino superior, apresento no link abaixo, a tabela que resume a classificação em 54 áreas científicas das instituições de ensino superior Portuguesas que conseguem aparecer no Top 500 do prestigiado ranking Shanghai https://www.docdroid.net/KCxBxFl/2022-portugal-no-ranking-shanghai-pdf

Relativamente às áreas científicas que lá não aparecem, isso significa que na melhor das hipóteses pautam-se pela mediania científica e na pior pela mediocridade (nos casos em que nem sequer possuem uma unidade de investigação com a classificação mínima) até porque convém ter presente que entre os muitos milhares de professores do ensino superior, até hoje só um foi despedido por produzir publicações sem qualidade científica https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/publico-professor-universitario.html

A referida informação é especialmente importante para aqueles que no futuro pretendam seguir uma carreira na ciência, já que ser Orientado por alguém que possui uma obra científica medíocre ou mesmo mediana, é o equivalente em termos de carreira quase ao "beijo da morte" https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/09/junior-researchers-who-coauthor-work.html

PS - Ainda sobre o ranking Shanghai é importante recordar as diferenças entre Portugal e a Finlândia no que respeita ao posicionamento dos responsáveis das universidades naqueles dois países, sendo a mais notória o facto de em Portugal nunca haver culpados pelos maus resultados https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/08/o-que-e-que-distingue-as-universidades.html

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Afinal o mau resultado da Universidade de Coimbra no ranking Shanghai ainda consegue ser pior do que parecia ser

 

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/07/um-recorde-lastimavel-universidade-de.html

Ainda na sequência do recente post acima, sobre a imparável "cavalgada" da universidade de Coimbra rumo à mediania científica, é necessário divulgar também que a universidade de Coimbra não conseguiu sequer fazer aquilo que conseguiram outras instituições que recorde-se recebem muito menos dinheiro do Orçamento de Estado, como a UALG, o ISCTE ou o Politécnico de Brangança, que no ranking Shanghai por áreas de 2022 tem pelo menos uma área científica no Top 100. 

Neste contexto é pertinente divulgar que a Embaixada da França no Reino Unido deu destaque a um comunicado da Ministra Francesa do Ensino Superior e da Investigação, com o título nada modesto de "O ranking Shanghai 2022 confirma a excelência das universidades Francesas" onde comenta os resultados daquele país no referido ranking e dando especial relevo ao numero de áreas científicas que aparecem no Top 100Forty-three institutions ranked appear in at least one of the top 100s by subject – compared to 40 in 2021 – with 165 places spread over 36 disciplines. Among those most represented are Paris-Saclay University (ranked in 27 subjects), Sorbonne University (16 subjects), Université Grenoble Alpes (15 subjects), PSL [Paris Sciences et Lettres] University (15 subjects) and the University of Montpellier (11 subjects).

Já a Ministra Portuguesa da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato ninguém lhe ouviu uma única palavra sobre o mesmo ranking. Talvez seja para evitar falar do mau desempenho de Portugal, que em grande parte se fica a dever à Universidade de Coimbra.  

quarta-feira, 20 de julho de 2022

Um recorde lastimável _ Universidade de Coimbra é novamente campeã nacional de áreas excluídas do ranking Shanghai


O conhecido ranking Shanghai acaba de revelar os resultados para 2022 em termos das áreas científicas mais competitivas. Uma análise as instituições de ensino superior Portuguesas, revela que da mesma forma como já tinha acontecido na edição de 2020,  https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/08/universidade-de-coimbra-e-campea.html a universidade de Coimbra volta novamente este ano a ser a universidade Portuguesa com maior número de áreas científicas que deixaram de fazer parte do grupo das 500 melhores classificadas a nível mundial. Em 2019 a Universidade de Coimbra tinha mais de 30 áreas nesse grupo, em 2020 passou para pouco mais de 20 e agora já só possui pouco mais de uma dúzia de áreas no Top 500.  E se continuar neste ritmo nos próximos anos terá menos de uma dezena. É assim tristemente impressionante constatar a forma consistente como regrediu ao longo dos últimos anos a competitividade científica desta universidade, que é agora, oficialmente, cientificamente menos competitiva do que a Universidade de Aveiro.

Quem não perdeu tempo a publicitar os resultados neste ranking foi a Universidade de Lisboa, que é aquela que em Portugal tem mais áreas científicas neste prestigiado ranking (43 áreas). https://www.ulisboa.pt/noticia/ranking-de-shanghai-22-posiciona-43-areas-cientificas-da-ulisboa-entre-melhores-do-mundo Aquilo que porém o comunicado da Universidade de Lisboa não revela é que a área de Engenharia de Telecomunicações deixou este ano de fazer parte do Top 500 do referido ranking. Assim sendo, aqueles alunos que este ano pretendem candidatar-se aquele curso, ficam assim a saber que, o único curso de Engenharia de Telecomunicações, que neste país ainda consegue aparecer no referido ranking (pelo que não precisam assim de emigrar para frequentarem um curso de topo a nível mundial) é o da Universidade de Aveiro. 

PS - Ainda no contexto supra recorde-se a promessa incumprida de um alto responsável da universidade de Coimbra https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/08/a-promessa-incumprida-do-vice-reitor.html