segunda-feira, 17 de abril de 2023

The Economist: Stanford's most famous MBA courses and the lucky sperm club



Still following the post in the link above about useless degrees check the link below that concerns an interesting article in the April 8th-14th edition of The Economist. It examines the most popular Stanford MBA courses, which they call "the world´s most selective MBA program" because it rejects 94% of the applicants (Harvard MBA rejects 90%). https://www.economist.com/business/2023/04/05/what-the-worlds-hottest-mba-courses-reveal-about-21st-century-business

The most popular courses are "Paths to Power", "Touchy Feely" and "Managing Growing Enterprises". The third one is not as its name suggests about business accounting but about to "deal tactfully in sensitive situations". The last paragraph of the article is about the four pillars of the corner office (ruthlessness, self-awareness, and tact). The fourth pillar, the article explains no course can teach is steely determination

Another interesting article on a previous page (58) of the same The Economist edition concerns family businesses. On it is possible to read the scornful expression "lucky sperm club" coined by Warren Buffet to describe those managers "that never had to jump through the same hoops as everybody else".

Declaration of Competing Interests - I declare that i believe the world badly needs more engineers (to help deliver the United Nations’ sustainable development goals) and far fewer managers. I also declare that several years ago, in December of 2018, I shared an email with an excerpt from a very critical text about MBAs by Prof. Martin Parker, which I now reproduce again below:



______________________________________________________________
De: F. Pacheco Torgal
Enviado: 10 de Dezembro de 2018 7:28
Assunto: Prof. Martin Parker___"Why we should bulldoze the business schools"

“There are 13,000 business schools on Earth. That’s 13,000 too many. And I should know – I’ve taught in them for 20 years... schools have huge influence, yet they are also widely regarded to be intellectually fraudulent places, fostering a culture of short-termism and greed. (There is a whole genre of jokes about what MBA – Master of Business Administration – really stands for: “Mediocre But Arrogant”, “Management by Accident”, “More Bad Advice”, “Master Bullshit Artist” and so on.) Critics of business schools come in many shapes and sizes...Since 2008, many commentators have also suggested that business schools were complicit in producing the crash…If we want to be able to respond to the challenges that face human life on this planet, then we need to research and teach about as many different forms of organising as we are able to collectively imagine. For us to assume that global capitalism can continue as it is means to assume a path to destruction...”

domingo, 16 de abril de 2023

ChatGPT na UMinho e o que podem ensinar as universidades num futuro sem empregos

 


Ainda na sequência do post supra,  intitulado "UCambridge – Oportunidades, desafios e possibilidades do ChatGPT na educação", entendo pertinente divulgar abaixo as datas das futuras sessões sobre o ChatGPT, que contam com intervenções de especialistas convidados, realizadas no âmbito da  iniciativa O futuro da aprendizagem com IA na UMinho: partilhando experiências

20 de abril | Impacto e desafios éticos da IA/ChatGPT: partilha de experiências
25 de maio |  IA/ChatGPT na avaliação: partilha de experiências
22 de junho | IA ChatGPT: lições para o futuro

Faço notar que uma visita ao site da Universidade de Estugarda, revela que há apenas 3 dias eles criaram um fórum de discussão e que a primeira sessão (interna) ocorrerá em 12 de Junho sob o título "Assistente de Ensino ou Escritor Fantasma ?Trabalho Académico na Era dos Chatbots de IA" https://www.uni-stuttgart.de/en/university/news/all/ChatGPT-discussion-forum-launched/

Já sobre a capacidade do GPT-4 para substituir dezenas de empregos e sobre a missão da universidade num contexto "jobless", cada vez menos longínquo, revisite-se o artigo de Moscardini et al. sobre a missão da universidade numa sociedade moderna, artigo que foi recentemente mencionado no final do post https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/04/the-economist-many-thousands-of-uk-and.html 

no referido contexto mais pertinente é revisitar um post do dia 25 de Abril de 2022 e também um outro de 19-11-2019 https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/primeiro-curso-para-morrer-melhor.html

sábado, 15 de abril de 2023

O império Woke contra-ataca


No contexto do recente e muito mediatizado escândalo sexual, que teve lugar no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, o jornal Público divulga no link acima uma lista de "mais de 150 académicos e agentes culturais" subscritores de um texto impregnado de reivindicações que constam da conhecida agenda Woke, como por exemplo a exigência de uma universidade liberta dos constrangimentos impostos por expectativas prescritivas de género, que faz a apologia do "modus operandi feminista" e onde só ficou a faltar a exigência de que a Academia Portuguesa puna disciplinarmente todos os académicos que não adotarem a novilíngua dos Todes, Muites, Elus, Aquelus e a remoção imediata das bibliotecas universitárias de todos os livros malditos (leia-se que ofendem a elevada sensibilidade das activistas e activistes Woke).

A pesquisa de alguns nomes da referida lista revela coisas intrigantes, como a notória ausência de subscritoras das engenharias e de outras ciências "duras" (áreas científicas onde pelos vistos a agenda Woke ainda não se conseguiu implantar) e também coisas estranhas como o facto da subscritora nº23, de nome Andrea Hurtado Quiñones, ser Directora de Género numa Universidade Chilena. Será que a grande mudança que a Academia Portuguesa necessita é a criação de lugares de Directoras de Género ? 

Declaração de interesses - Declaro que em Março do ano passado critiquei a proposta Woke de exigir que a FCT reservasse vagas somente para candidatos "racializados" (independentemente do valor do seu currículo científico) e ainda que certos temas só possam ser estudados por investigadores de determinadas etnias-raças  https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/03/novas-regras-ditam-que-so-quem-nasceu.html Mais declaro que em Julho de 2022 critiquei o ataque de uma furiosa activista Woke contra o Pacheco Pereira https://pachecotorgal.com/2022/07/14/tratar-da-saude-ao-pacheco-pereira/

PS - Sobre o supracitado "modus operandi feminista" é importante que se diga que nem a masculinidade é intrinsecamente tóxica, como a agenda Woke pretende fazer crer, nem muito menos a condição feminina é sinónimo absoluto de altruísmo e humanidade, como o provam mulheres do calibre da Belle Gunness (que se estima tenha assassinado pelo menos 14 pessoas), ou as milhares de mulheres detidas nas cadeias deste país, por conta dos mais variados crimes, desde burlas, passando por crimes de maus tratos até a homicídios, como por exemplo o do jovem Diogo Gonçalves no Algarve que foi cortado em bocados. E mesmo fora das cadeias, o que não faltam são mulheres sonsas, manhosas, mentirosas e até mesmo algumas santinhas do pau oco, que sem qualquer assédio, não se coibiram sequer de "dormir com o chefe" para se promoverem profissional e financeiramente.