sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Levantamento do anonimato de um Colega


Há uns dias atrás, mais precisamente na manhã, do histórico-trágico, dia 7 de Novembro (quase oito horas antes do Primeiro-Ministro António Costa ter comunicado a sua inesperada demissão ao país), publiquei um post onde divulguei o conteúdo de alguns emails, que em 2022 troquei com um Colega já aposentado, cuja identidade apaguei propositadamente nos mesmos. Vide link https://pacheco-torgal.blogspot.com/2023/11/um-compromisso-insuperavel-com-o.html

Tendo porém em conta, que o mesmo Colega, perguntado a esse respeito, autorizou entretanto a revelação da sua identidade, sou a esclarecer que se trata de um Colega de nome Joaquim Sá e já agora aproveito também para informar que o livro que ele mencionou no primeiro email, que foi reproduzido nesse post, o tal livro que, em Janeiro de 2022, estaria em fase de finalização, foi já objecto de apresentação pública, em 15 de Junho de 2023, no Museu Nogueira da Silva em Braga, pelo conhecido catedrático Moisés de Lemos Martins https://www.livrariaatlantico.com/nao-ficcao/o-dizer-dos-pobres-se-pudessem-falar 

Entendo como importante referir que o referido Colega partilhou comigo um documento de 2018, da sua autoria, sobre o assédio persistente que existe na Academia Portuguesa, cuja inspiradora frase final não resisto a partilhar com os visitantes deste blogue: "Repudiar e combater os instintos malignos de perseguição e de opressão liberta as forças de vida (Gil, 2005) que há em nós, faz-nos crescer como pessoas, cidadãos, comunidade e como país"

PS - Ainda sobre o grave problema do assédio (leia-se instinto maligno da perseguição e da opressão) na Academia Portuguesa, revisite-se o post sobre a condenação em tribunal de vários catedráticos de medicina da universidade do Porto https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/professores-e-director-de-uma-faculdade.html ou muito mais recentemente, o post sobre o comportamento inqualificável, do Reitor da Universidade de Lisboa https://pachecotorgal.com/2023/06/06/os-secretos-catedraticos-assediadores-da-universidade-de-lisboa/

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Publicação dos meus próximos dois livros


Reproduzo abaixo os links dos meus próximos dois livros, a publicar nos primeiros meses de 2024, pela conhecida editora Elsevier, que com 2,5 biliões de dólares de vendas anuais, lidera a nível mundial o mercado de publicações científicas. 

O primeiro livro, que é uma segunda edição, aborda a reparação de estruturas de betão deterioradas, e leva na capa uma imagem do colapso da ponte de betão Morandi em Itália, tragédia que há cinco anos atrás matou 4 dezenas de pessoas. A primeira edição deste livro mereceu ao conhecido catedrático Erik Schlangen da TU Delft, o seguinte comentário, que não por acaso aparece na página Amazon desse livro:  "It is a must-have for all engineers and researchers dealing with design and maintenance of concrete structure..."

Já o segundo livro, diz respeito ao sequestro de carbono, actividade absolutamente crucial, que só um certo e bastante mediático infeliz professor do ensino secundário público, é que parece que não há forma de ser capaz de entender https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/05/professorengenheiro-do-partido-chega.html actividade essa que tenha-se presente, já em 2020, a conhecida revista The Economist, afirmava que poderia vir a tornar-se a indústria de maior crescimento do nosso insubstituível Planeta https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/07/the-economistif-carbon-removal-became.html


sexta-feira, 20 de outubro de 2023

1º lugar na universidade do Minho, pelo terceiro ano consecutivo


O ranking de cientistas Stanford-Elsevier, o único a nível mundial que cumpre três condições fundamentais, desambiguação, remoção de auto-citações e a contagem fraccionada, que fazem prova do seu rigor (tendo um dos co-autores da métrica em que é baseado, recebido há poucos dias atrás a medalha DJSP pela sua notável contribuição para a importante área das métricas da ciência), acaba de divulgar a atualização da sua quinta edição. Em 2021, apareci em primeiro lugar na lista anual da universidade do Minho, o mesmo tendo sucedido em 2022 e também agora, pelo terceiro ano consecutivo. Vide links abaixo:
Sobre a última e muito recente classificação, no referido ranking, reproduzo abaixo o texto contido no muitíssimo amável (mas imerecido) email, que ontem recebi do catedrático jubilado, que nos últimos dois anos foi Presidente da Federação Mundial de Engenheiros:
"Gostaria de expressar as minhas mais calorosas felicitações pelo seu extraordinário feito de alcançar o lugar cimeiro entre os investigadores da UMinho mais citados a nível mundial, ao longo do último ano. Este notável marco é um testemunho do seu trabalho incansável, dedicação e excelência da investigação que, para além de contribuir para o avanço do conhecimento, também eleva a reputação do CTAC e da UMinho no âmbito científico mais vasto e global. É, também, uma inspiração para os colegas do CTAC e, em especial, para estudantes e futuras gerações de investigadores!"

Dos vários elogios contidos no mesmo, apreciei particularmente aquele que aparece consubstanciado na palavra "inspiração", que por coincidência, foi também mencionada em 2017, por um recentemente falecido cientista sénior, na secção de agradecimentos, de um livro publicado pela editora Springer, onde me honrou com as muito generosas palavras "inspiring role". https://link.springer.com/book/10.1007/978-981-10-1445-1

PS - Como não podia deixar de ser, dedico o resultado supramencionado à minha mãe, recentemente falecida. https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/10/apresentacao-de-queixa-e-pedido-de.html