Raise Awareness and Mobilize: It's crucial to raise awareness about the urgency of the global issues mentioned, such as climate change, inequality, and social unrest. Mobilize communities and create movements to push for change. Utilize various platforms, including social media, to disseminate information and engage a wider audience.
Advocate for Policy Changes: Support and advocate for policies that prioritize sustainable well-being over GDP growth. Engage with policymakers and decision-makers to ensure that new measures are implemented. Highlight the negative consequences of the current economic system and emphasize the benefits of transitioning to a more sustainable model.
Support Alternative Metrics: Encourage the adoption of alternative metrics for societal well-being. The text mentions various indicators like the Genuine Progress Indicator and the OECD Better Life Index. Support research initiatives, such as the MERGE project, that focus on developing comprehensive indicators that go beyond GDP and consider environmental and social factors.
Model Complex Dynamics: Support research that models the complex interactions between social, economic, and natural elements of societal well-being. These models can help assess the sustainability of different approaches and guide decision-makers toward more sustainable policies.
Implement Sustainable Policies: Learn from examples like the European Union and the Wellbeing Economy Governments group, which includes Scotland, New Zealand, Wales, Finland, Canada, and Iceland. Analyze and promote policies that focus on biocapacity, fairness, well-being for all, and active democracy. Share successful policies and strategies with other nations.
Build a Shared Vision: Create a positive and shared vision for a sustainable world. Utilize techniques from psychology, such as motivational interviewing, to engage people in discussions about their life goals and the benefits of sustainable well-being. Use creative methods, including arts and humanities, to depict a positive future aligned with the UN Sustainable Development Goals.
Overcome Opposition: Acknowledge and address the challenges posed by vested interests, such as billionaires, the fossil-fuel sector, and industrial agriculture. Develop strategies to overcome opposition, including removing perverse subsidies and promoting collective actions through movements.
Engage Diverse Stakeholders: Involve a diverse range of stakeholders, including researchers, activists, policymakers, and the general public. Collaborate with different sectors to build a comprehensive and inclusive approach to sustainable well-being.
Highlight Long-Term Benefits: Emphasize the long-term benefits of transitioning to a sustainable model. While change may be difficult in the short term, stress the significant sacrifices associated with continuing down the current path and the positive impact on personal and societal well-being that sustainable practices can bring.
Accelerate Progress: Act with a sense of urgency. The text expresses hope for change in 2024, so strive to accelerate progress by continuously building momentum, engaging new supporters, and influencing key decision-makers.
sábado, 23 de dezembro de 2023
Top scientist against economic growth
In a recent article published on December 20 in Nature, authored by the eminent professor of Ecological Economics at University College London, (Robert Costanza, who currently holds the impressive 841st position in the Stanford-Elsevier scientist career ranking) a compelling argument is made for a cessation of the relentless pursuit of economic growth https://www.nature.com/articles/d41586-023-04029-8
When I fed that article into ChatGPT and asked for advice on how to achieve the aforementioned goal, ChatGPT provided the response that is presented below. In what concerns the sixth piece of advice, I strongly believe it makes perfect sense to reproduce a text that I previously authored in a post titled "First course to die better", dated 19-11-2019:
"...This detachment is
particularly significant in the context of an impending future characterized by a scarcity of employment opportunities and the formidable challenges posed by the climate emergency. Therefore, it
is not only logical but perhaps even more pertinent for universities
to broaden their scope and actively engage in assisting individuals
to navigate and thrive within this novel and disruptive reality..." https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/primeiro-curso-para-morrer-melhor.html
PS - Professor Robert Costanza is the lead author of the renowned paper titled "The Value of the World's Ecosystem Services and Natural Capital," which has garnered nearly 15,000 citations on Scopus and over 30,000 citations on Google Scholar to date.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2023
Némesis - A deusa da vingança
No passado dia 17 de Dezembro, um artigo publicado na prestigiada revista The Economist, divulgou resultados, de uma análise daquela revista, sobre o desempenho económico de 35 países relativamente a cinco indicadores – inflação, “amplitude da inflação”, PIB , emprego e desempenho do mercado de ações — e a referida lista coloca no topo da mesma, a improvável Grécia ("The Economist’s country of the year for 2023"), a Coreia do Sul e os EUA. https://www.economist.com/finance-and-economics/2023/12/17/which-economy-did-best-in-2023
Um acontecimento tão peculiar, não deixa de representar, uma tardia mas notável vingança por parte da Grécia, relativamente aos dias sombrios da década de 90, quando figurava como a economia mais debilitada no conjunto dos PIGS (países culpados por terem uma "porca" economia) e também alguns anos mais tarde durante a crise de 2009-2014, quando a Grécia chegou ao degradante extremo, de ver essas elevadas dificuldades económicas, traduzirem-se num aumento de mais de 30% dos seus suicidios e num aumento anormalmente elevado de 150% da sua prostituição https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/enquanto-agua-aqueceos-portugueses.html
Na tal supracitada lista de 35 países, agora elaborada pela revista The Economist, o nosso país aparece bastante abaixo da Grécia, facto que é péssimo, mas que não é surpreendente, até porque (como comentei negativamente num post de 2021) o nosso plano de recuperação ficou a cargo de um gestor petrolífero, amigo do Primeiro-Ministro https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/05/o-gestor-petrolifero-que-o-primeiro.html enquanto que na Grécia decidiram que era preferível que uma tal responsabilidade ficasse a cargo de um vencedor do Nobel da Economia https://expresso.pt/economia/2021-05-15-PRR.-Missil-grego-arrasa-bazuca-portuguesa-17f67a63
Porém, pessoalmente, incomoda-me muito mais, a elevada diferença entre a Grécia e Portugal numa outra lista, sobre o rácio de investigadores altamente citados, descontada a diferença populacional, onde a Grécia leva sobre o nosso país, uma vantagem de 165% https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/10/october-2023-update-of-stanford.html
E para o referido vergonhoso desempenho do nosso país, muito contribuem, desgraçadamente, largas dezenas de professores catedráticos da Academia Portuguesa, como por exemplo, aquelas dezenas que listei aqui https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/08/o-desprezo-da-comunidade-cientifica.html que constituem abundante prova que as universidades Portuguesas necessitam urgentemente de uma qualificação científica mínima (para o acesso a lugares de Associado e Catedrático) como aquela que existe na Itália https://pachecotorgal.com/2022/09/09/portugal-necessita-urgentemente-de-uma-qualificacao-cientifica-minima/
PS - A imagem supra, correspondente a uma pintura datada de 1804, que na altura foi encomendada para ser colocada no hall de um tribunal superior Francês, representa a deusa da Justiça (Témis), a deusa da vingança (Némesis), um criminoso e a sua vitima.
terça-feira, 19 de dezembro de 2023
The Economist - Qual o número de mortos na sua cidade em caso de interrupção de fornecimento de electricidade ?
A página 38 da recente edição (The World Ahead 2024) da prestigiada revista The Economist, contém um artigo com o esclarecedor título interrogatório "Is your city heatproof?", onde se comenta os efeitos dramáticos, que uma onda calor poderá um dia vir a ter na quente cidade de Phoenix (Arizona) caso ocorra uma interrupção do fornecimento de energia elétrica e os aparelhos de ar condicionado deixassem de funcionar.
O estudo mencionado nesse artigo, aponta para a ocorrência de mais de 13.000 mortos e para a necessidade de hospitalização de aproximadamente 2 milhões de pessoas. Recorde-se no entanto que em todo o Estado do Arizona, o número de camas hospitalares é de apenas 14.000, valor que não chegaria sequer para cobrir 1% das necessidades da referida ocorrência. Na verdade as camas de todos os hospitais dos EUA chegariam somente para cobrir 50% dessas necessidades.
Mas a parte realmente dramática, e que nem foi mencionada no artigo da revista The Economist, é que como revela um outro estudo publicado há alguns meses atrás, mais de 80% das interrupções no fornecimento de energia elétrica, tiveram origem em eventos climáticos extremos, como furacões, ondas de calor, tempestades de vento, incêndios florestais e ao longo da última década essas interrupções aumentaram quase 70% face à década anterior https://www.nature.com/articles/s41467-023-38084-6 o que significa que o futuro trará um número muito maior de interrupções no fornecimento de energia elétrica, por conta desses eventos climáticos.
Ainda sobre o tema supra é pertinente revisitar o post anterior, de título "O fim de uma ingénua (hipócrita) ilusão" https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/11/o-fim-de-uma-ingenua-hipocrita-ilusao.html
PS - É claro que é preciso não esquecer, especialmente hoje, o dia em que os termómetros de alguns sítios do nosso país, registam temperaturas negativas, que muitas das interrupções no fornecimento de energia elétrica, por conta de eventos climáticos extremos, também ocorrem no Inverno. Pior do que isso, há quem adoeça ou morra de frio no Inverno, não por conta de eventos climáticos extremos, mas por conta de uma situação financeira extrema, isto é, não podem pagar a energia necessária para terem a sua casa aquecida. Vide resultados do recente relatório "Pobreza Energética em Portugal: Uma análise municipal". Onde se ficou a saber, por exemplo, que percentagem de pessoas que no nosso país, não conseguem manter a casa aquecida em Portugal (o valor médio nacional é de 16% - mas sobe para quase 30% quando se analisa apenas a população pobre) ambas muitíssimo maiores do que a percentagem que ocorre na fria Finlândia (1%) https://www.publico.pt/2023/12/14/sociedade/noticia/casas-ma-qualidade-pobreza-ate-algarve-familias-sofrem-frio-2073547
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