terça-feira, 13 de fevereiro de 2024
The Economist__"public support for universities...seem an unjustifiable luxury"
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024
Compulsory psychological assessments for candidates applying for positions as university professors and researchers
Enviado: 21 de janeiro de 2024 06:09
Assunto: In the society of tomorrow, researchers will stand atop the food chain
Enviado: 14 de janeiro de 2024 20:35
Para: Ulrich Betz
Assunto: RE: Ulrich A.K. Betz__Unveiling tomorrow's predictions and illuminating the marvels of Science for a better World
Thank you for your kind reply.
The prospect you highlighted hadn't previously entered my thoughts, but my genuine intentions are distinct, clear, and straightforward. Through your articulation, I perceive the unfolding of a new and awe-inspiring world. My objective is to play an active role in transforming that vision into reality. I aspire to disseminate this vision widely, connecting with a global audience through my blogs. It's noteworthy that my blogs have already reached scientists in over a hundred countries, with the top 10 frequent visitors hailing from the United States, Netherlands, Finland, France, Australia, the United Kingdom, Germany, Spain, Austria, and Canada.
Despite our diverse backgrounds and undoubtedly differing perspectives on various subjects, we do share a common goal—to underscore to society that scientists deserve a paramount position. As someone eloquently expressed in 1980, their mission revolves around unlocking the mysteries of the mind of God. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2023/12/unveiling-true-currency-of-life.html
Artigo 19º – Uma redução do número de alunos pode determinar a redução da remuneração dos professores
O acutilante septuagenário e doutorado Nuno Eduardo da Silva Ivo Gonçalves, que no passado mês de Novembro foi autor de um artigo bastante corajoso que incendiou a Ordem dos Economistas (vide post no linka supra) foi há duas semanas atrás autor de um novo artigo, menos incendiário é certo, mas que incide sobre uma matéria muito mais grave, que aquele classifica de Lei Malandra, a proposta de lei – PL 149/XXIII/2023, (que pede autorização legislativa para aprovar o decreto-lei previsto no Artigo 53º do RJIES) e cuja redacção é porém muito mais merecedora da classificação de Lei da Selva.https://www.jornaltornado.pt/superior-privado-uma-proposta-de-lei-malandra-2/
Esta vontade de sujeitar professores do ensino superior, a condições de trabalho humilhantes (inclusive sem as garantias plasmadas no Código de Trabalho), afigura-se-me afrontosa e até absolutamente paradoxal, em face da proximidade de um tempo novo, no qual os investigadores terão um reconhecimento social (e monetário) muito superior ao que tiveram até hoje, vide texto infra, que utilizei como introdução, quando no passado mês de Janeiro divulguei a alguns Colegas, um email que enviei a um Vice-Presidente da bilionária corporação transnacional Merck, o investigador Ulrich A.K. Betz, cujas publicações tenho citado nos meus blogues. https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/01/unveiling-tomorrows-predictions-and.html
Seja como for e mesmo admitindo (por académica hipótese) que o ensino superior (público e privado) vivesse de facto uma situação de insustentabilidade financeira, entendo que o próximo Governo, deveria aprovar urgentemente uma lei, doravante designada Lei Macaca, que cria um novo imposto (no valor de 19%) sobre todos os contribuintes, singulares e colectivos ligados a actividades macacas. O imposto macaco incidirá sobre os vencimentos de jogadores de futebol e de dirigentes dos clubes (ficando isentos os que ganharem menos do que um professor catedrático), e sobre as receitas de jogos, de publicidade e de venda de jogadores.
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Em boa verdade, e ao contrário do que erradamente, julgou há alguns dias atrás, o Vice-Presidente da bilionária corporação transnacional Merck (vide emails abaixo), aquilo que realmente me move, não é ser convidado para coisa alguma, antes sim contribuir para o nascimento de um novo “mundo” (uma civilização do tipo 1), onde os investigadores estarão por assim dizer, no “topo da pirâmide alimentar”, e os futebolistas estarão seguramente na base da mesma, ou dito de outro modo. mais fácil de entender, os especialistas do pontapé e da cabeçada na bola, estarão, por assim dizer, quase ao nível dos “macacos”, porque aquilo que eles fazem, são pura e simplesmente macacadas, pelo menos quando comparado com aquilo que fazem os cientistas…