quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Um catedrático muito feroz que não deixa pedra sobre pedra sobre uma certa escola de uma conhecida universidade Lisboeta

 

Na sequência do último texto publicado neste blogue, acessível no link supra, sobre o omnipresente — e tristemente magno — problema da endogamia académica, domínio em que o nosso país, consegue, de forma verdadeiramente miserável, figurar no topo do rankings europeu, aproveito para dar a conhecer um texto recente e bastante corrosivo de um jovem e muito feroz professor catedrático (CV resumido aqui). 

Nesse texto, o referido professor catedrático descreve uma endogamia doentia, entranhada numa escola da universidade de Lisboa, fica porém o aviso que esse texto, singular e bastante explosivo, tem um inicio muito pouco suave onde se pode ler: "É sempre perigoso criticar as instituições da academia portuguesa. Grande parte das pessoas que lá trabalham são mesquinhas e vingativas na proporção da sua incompetência....https://nunopgpalma.wordpress.com/2025/12/30/iseg-um-breve-testemunho-pessoal-vinte-anos-depois/

PS - Diga-se, em abono da verdade, que, consultada a informação mais recente sobre a endogamia das diferentes unidades orgânicas, aquela criticada pelo supracitado catedrático apresenta uma taxa de 47%. Trata-se, de facto, de um valor muito superior ao observado em universidades de países como a Alemanha e o Reino Unido, mas é todavia significativamente inferior ao de muitas unidades orgânicas de universidades nacionais, onde a percentagem de endogamia ultrapassa os 80% e, nalguns casos, mesmo os 90%. https://www.cnedu.pt/content/noticias/nacional/EndogamiaAcademica_2021_2022.pdf