O Instituto Politécnico de Castelo Branco tem 2 publicações com mais de 300 citações na base Scopus, infelizmente quando se removem as auto-citações, cujo valor científico é nulo, ambas deixam de cumprir aquela condição. Compare-se o desempenho daquela instituição com o elevado desempenho do Politécnico da Guarda. Isto já para nem falar do facto da primeira ter actualmente zero investigadores altamente citados (SHCS) no ranking Stanford-Elsevier e o Instituto Politécnico da Guarda ter 5 (cinco). https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2025/10/os-professores-do-ensino-superior.html
Tendo porém em conta que um dos dois referidos artigos só foi publicado em 2019, e que nesse espaço de tempo já conta com quase 300 citações, é muito provável que ele venha a ultrapassar aquela marca nos próximos anos, até porque conta com a co-autoria de um professor catedrático de prestígio mundial, titular de um Scopus h-index=93 e encontrando-se classificado no extremamente seletivo subgrupo Top 0,15% no ranking Stanford–Elsevier. Aliás, entendo como relevante recordar que não certamente por acaso, o referido artigo já tinha sido mencionado por mim neste blogue, no dia 1 de Maio de 2025 https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2025/05/o-que-se-me-oferece-dizer-sobre-o.html
PS - Há vários anos atrás, divulguei no meu primeiro blogue, um estudo que mostrou que publicar em conjunto com investigadores de topo constitui uma vantagem científica competitiva duradoura e há dois anos voltei a insistir nesse importante tema, divulgando um novo estudo científico que analisou 245.000 colaborações em 22 áreas científicas. Resulta daqui, que se actualmente ainda há instituições de ensino superior em Portugal que possuem um número residual de artigos, que tenham recebido centenas de citações, é porque nessas instituições há muitos investigadores que ainda não aprenderam essa lição https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/08/o-melhor-conselho-que-se-pode-dar-um.html