domingo, 27 de março de 2022
A antecipação de um quase inferno e um estudo que reduz as probabilidades de sobrevivência de um ser humano saudável
sábado, 26 de março de 2022
Cientistas do género masculino forçados a mudar de sexo para conseguir que a imprensa reconheça a importância do seu trabalho
https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/03/best-of-nova-ministra-da-ciencia-e-do.html
Ainda na sequência do post acima, principalmente na parte inicial, sobre a "estranha" forma como a imprensa Portuguesa andou nos últimos anos, a noticiar (de forma muito exuberante) os resultados das investigações da nova Ministra da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, faz sentido perguntar, será que aqueles cientistas cuja obra científica possui muito mais utilidade do que a obra da catedrática Elvira Fortunato (como por exemplo o catedrático Adélio Mendes) precisam de passar a andar vestidos de matrafona, para que a imprensa Portuguesa (onde parece que há um excesso de jornalistas cujo sonho é tornarem-se Assessores do Governo), passe a dar ao trabalho desses cientistas uma ínfima parte da atenção mediática que tem dedicado â cientista Elvira Fortunato, ou será que isso não é suficiente e eles necessitam também de mudar de sexo ?
Ou será que a imprensa Portuguesa, pelo menos aquela imprensa que cobre os assuntos da ciência, também já defende as teses daquela lésbica Francesa, que há tempos foi mencionada na revista The Economist, que defende que as mulheres devem praticar apartheid contra o trabalho feito por homens e que por isso devem recusar tudo aquilo que tenha sido feito por homens, não devem ler livros escritos por homens, não devem ver filmes realizados por homens, não devem ouvir músicas cantadas ou escritas por homens ?
PS - O trabalho do catedrático Adélio Mendes é muitíssimo mais útil do que o da catedrática Elvira Fortunato, pela simples razão que incide naquele que é o primeiro de uma lista dos 14 maiores desafios da engenharia a nível mundial, o de conseguir desenvolver formas económicas de aproveitar a quantidade astronómica de energia que chega à Terra vinda do Sol, quantidade essa que é recorde-se 10.000 vezes superior à energia que a espécie humana necessita para as suas necessidades. E nem sequer perco tempo a mencionar a importância desse facto na transição para uma civilização do tipo 1 na escala de Kardashev https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/10/the-role-of-academia-towards-type-1.html
Tachos socialistas, a Lei Anti-Carlos Alexandre e as novas regras de transparência da Universidade Nova
A revista Sábado (págs 50-53) foi ver o que aconteceu aos muitos boys do Medina Carreira depois que ele perdeu as eleições e descobriu sem surpresa que já estão todos empregados. Só a Câmara de Almada conseguiu arranjar lugar para nada menos do que 9 (nove). Outras Câmaras também fizeram o favorzinho de arranjar um lugarzinho a estes "desempregados" de luxo e uma dezena deles arranjou nova ocupação no Governo e em entidades públicas.
Na mesma revista Sábado, na página 57, o agora Director-Geral Eduardo Dâmaso, que costuma irritar muitos Portugueses de terceira e quarta categoria, como quando escreveu isto, ataca uma indecorosa (leia-se porca) alteração legislativa saída da cabeça de uma deputada do PSD, que em má hora foi incluída numa lei socialista (Lei Anti-Carlos Alexandre, Dâmaso dixit) e que eu já tinha comentado em 18 de Fevereiro https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/02/revista-sabado-revela-como-mais-uma-vez.html
A página 58 da revista Sábado aborda as novas regras de transparência da Universidade Nova de Lisboa, e na página 65 há uma transcrição de um estranho diálogo ocorrido num tribunal deste país, entre uma juíza e uma testemunha, que mais uma vez ajuda a mostrar muito do que vai mal na justiça Portuguesa.
PS - No semanário Sol de hoje, o conhecido José António Saraiva, num artigo de título "Um silêncio muito suspeito", volta a insistir no tema da gravíssima acusação do professor catedrático Marques Guedes, da Universidade Nova de Lisboa, que acusou o gabinete do Primeiro-Ministro de ter "generais a trabalhar para a Rússia". Eu pessoalmente não sei muito bem o que é isso de "generais a trabalhar para a Rússia", mas se tivermos em conta que os generais Portugueses não conseguem sequer guardar um misero paiol, então se eles andam de facto a trabalhar para a Rússia isso é meio caminho andado para a Rússia perder a guerra. Faço por isso votos que muitos mais generais Portugueses comecem rapidamente também a trabalhar para a Rússia que é para a guerra acabar depressa.


