domingo, 15 de maio de 2022

Um Ministro incompetente, hipócrita e que pelos vistos também é sádico



Faço minhas as muito recentes palavras do catedrático jubilado Vital Moreira sobre o actual Ministro da Cultura, vide link acima, pois em boa verdade os únicos momentos memoráveis de uma tourada, (a cultura da tortura) são aqueles extremamente raros em que um touro tem a oportunidade de fazer aos cobardes toureiros aquilo que eles realmente merecem (vide imagem acima). Em Portugal porém os cornos dos touros são serrados propositadamente para impedir isso. Melhor prova da cobardia que é a tauromaquia Portuguesa não pode haver. 

O referido Ministro da Cultura é aquele incompetente hipócrita que não gosta de celebrar a data de 25 de Novembro de 1975 (quando Portugal esteve na eminência de se tornar numa miserável Cuba da Europa, que era o sonho de Álvaro Cunhal, que em Junho de 1975, até disse que Portugal nunca iria ter uma democracia ou um parlamento ao estilo ocidental) e que até há poucos meses atrás, andava a vender a barata propaganda socialista, pela qual sempre lhe pagaram bastante bem, pois era dos mais bem pagos comentadores deste país, que é o chamado socialismo capitalista, que em Portugal atingiu o seu zénite, quando um conhecido socialista disse que não conseguia viver com menos de 20.000 euros por mês !  

Alunos "burros" que entraram na universidade com média de 20 valores

 


É verdade que já tínhamos tido uma tese de doutoramento (vide link acima) que concluiu que muitos dos alunos do secundário, que possuem médias de 18, 19 e até mesmo 20 valores, são afinal muito pouco excelentes e agora podem ler-se no jornal Público mais provas dessa "décalage", através de declarações de vários alunos, como por exemplo as declarações daquela aluna que entrou no Técnico com uma média de 20 valores: 
"Beatriz Costa entrou para o Técnico com média de 20 valores. Rapidamente começou a sentir-se isso mesmo, “burra”. Em alguns dias chegava às aulas e não percebia nada"

Sempre existiu uma "décalage" entre as classificações do ensino secundário e do ensino superior, mas se não choca que a mesma possa rondar 2-3 valores ou no limite atinja até mesmo 5 valores, já é muito estranho que haja alunos com médias de 18 e 19 valores a ter classificações negativas, como se relata no tal artigo do jornal Público e mais estranho é ver alunos a dizerem que há professores no Técnico que dizem pérolas do género: 
“não vou explicar porque não vai perceber”
“Quem não teve mais de 15...pode sair e trabalhar no Pingo Doce" 

Será que não seria aconselhável que os docentes do Técnico frequentassem uma formação de nível básico, onde pudessem aprender que a eventual "burrice" dos alunos de 20 valores é também função da vaidade de docentes, que exibem a sua portentosa "inteligência" quase da mesma forma como os pavões exibem as suas penas, e também que a "acumulação" de inteligência não é o fim último da educação universitária, e que tal como sucedia no tempo de Darwin (vide post abaixo) ainda hoje em pleno século XXI há muitos inteligentes (inclusive no Técnico) que nunca descobriram nada de verdadeiramente original https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/12/o-pai-da-crianca-os-invertebrados-de-20.html

O facto inatacável é que o Técnico, apesar de tão profusa e tão densa inteligência, nos mais de 100 anos que conta desde a sua fundação, nunca teve um único Professor que tivesse ganho um prémio Nobel e tão cedo também não o terá, pela simples razão que actualmente não tem nenhum investigador, pertencente aquele grupo de quase 400 cientistas, que pelo facto de terem uma obra científica excepcionalmente citada, possuem elevadas hipóteses de o vir a ganhar, como o comprovam os 59 cientistas desse grupo que já o ganharam. 

Mas se de facto o Técnico tem uma tão invulgarmente elevada quantidade de docentes tão inteligentes, porque é que aqueles não utilizam essa portentosa inteligência a corrigir artigos científicos de outros investigadores, área onde estranhamente e de acordo com a plataforma Publons, o Técnico possui um rácio de revisões confirmadas/docente ETI muito reduzido?

Experiências de quase morte

 

Sobre as experiências de quase morte, vale a pena ver um filme recente de menos de 4 minutos do catedrático jubilado da Universidade da Virginia, Bruce Greyson, vide abaixo o link para o seu perfil no Google Académico https://scholar.google.com/citations?user=3wTfXFoAAAAJ&hl=en

No contexto supracitado faz sentido recordar um post anterior de 19-11-2019 com o título sugestivo "Primeiro curso para morrer melhor" e já agora também o facto curioso de nos EUA haver uma elevada oferta e igualmente elevada frequência de formações sobre a morte (vide artigo no Wall Street Journal) e até mesmo a Universidade de Harvard ter uma formação com o nome "Dying Well" https://pll.harvard.edu/course/dying-well?delta=0