sábado, 4 de junho de 2022

The Gene of Scientific Success

 

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/03/finding-star-inventors.html

Building on our earlier discussion of innovative methods for identifying star inventors (linked above), consider exploring "The Gene of Scientific Success"—a groundbreaking paper by researchers from China, the USA, and Australia. This study presents a robust framework that breaks down scientific impact into five key factors and leverages state-of-the-art machine learning techniques to assess their influence. Remarkably, the findings underscore that author- and article-centered factors are the primary drivers of academic success, reaffirming that individual brilliance and the inherent quality of research are the cornerstones of scientific achievement:

"This paper elaborates how to identify and evaluate causal factors to improve scientific impact. Currently, analyzing scientific impact can be beneficial to various academic activities including funding application, mentor recommendation, and discovering potential cooperators etc. It is universally acknowledged that high-impact scholars often have more opportunities to receive awards as an encouragement for their hard working. Therefore, scholars spend great efforts in making scientific achievements and improving scientific impact during their academic life. However, what are the determinate factors that control scholars’ academic success? The answer to this question can help scholars conduct their research more efficiently. Under this consideration, our paper presents and analyzes the causal factors that are crucial for scholars’ academic success. We first propose five major factors including article-centered factors, author-centered factors, venue-centered factors, institution-centered factors, and temporal factors. Then, we apply recent advanced machine learning algorithms and jackknife method to assess the importance of each causal factor. Our empirical results show that author-centered and article-centered factors have the highest relevancy to scholars’ future success..." 

sexta-feira, 3 de junho de 2022

A Portuguesa mais influente na área da saúde é arguida em processo crime

 


Ainda relativamente ao post acima, onde comentei (de forma negativa) o ranking elaborado pela revista Sábado, sobre as 100 Portuguesas mais influentes, em diferentes actividades (ranking esse onde as investigadoras Portuguesas receberam um tratamento que reputo de humilhante), é com indisfarçada satisfação que hoje leio que aquela Portuguesa, cuja foto eu na altura escolhi para abrilhantar o referido post (e também o presente), é arguida por falsificação do número de quilómetros, tendo por conta disso recebido mais de 3000 euros por mês, o que correspondia a que tivesse feito mais de 400 quilómetros por dia (num certo mês de Setembro chegou a fazer quase 500 quilómetros por dia tendo recebido quase 4000 euros só para essas deslocações). A revista Sábado devia por isso pensar em criar uma nova categoria para assim poder distiguir aquelas ilustres "Portuguesas que se distinguiram (economicamente) no taxismo" https://expresso.pt/sociedade/2022-06-02-Bastonaria-dos-enfermeiros-arguida-por-falsificacao-de-quilometros.-Num-mes-tera-feito-400km-por-dia-4155def0

PS1 - Há um ano atrás a Directora da revista Visão, Mafalda Anjos, criticou a linguagem desbragada da referida senhora, na qual abundam palavras como "esterco, traste, fina flor do entulho, nojo" o que significa que ela está assim em óptimas condições para ir servir no exército Russo, já que como se ficou recentemente a saber, alguns oficiais Russos costumam utilizar as elegantes expressões "fucking idiot" e "fucking cunt" para se referirem aos seus superiores hierárquicos e inclusive até mesmo ao senhor Putin. 

PS2 - O advogado da supracitada Portuguesa mais influente é aquele génio que foi mencionado aqui https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/02/o-cinismo-do-advogado-estrela-volta.html

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Quando é que a Academia deixa de se concentrar naquilo que a indústria já faz e passa a concentrar os seus esforços naquilo que a indústria não quer ou não pode fazer ?

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/universities-should-stop-producing.html

Ainda sobre as declarações polémicas do catedrático jubilado Terry Young, em Outubro do ano passado, que foram comentadas no post acima, é sem grande surpresa que ontem no jornal Público foi possível ler o cientista (altamente citado), e catedrático Mário Figueiredo do IST afirmar que “o valor mudou do acesso à informação para a procura e curadoria 

É por isso mais que evidente que se a indústria não faz revisão de artigos então a academia deve passar a valorizar essa actividade, para tentar resolver um problema que nos últimos anos se tem vindo a agravar, para evitar que o crescente dilúvio de publicações esteja na origem de investigações redundantes (e também para lidar com aquele grave problema que foi mencionado na revista The Economist em 30 de Maio de 2020). É por isso também mais que evidente que se a indústria não produz livros científicos, que esse output deve ser mais valorizado na Academia, até mais do que a produção de artigos relativos a estudos experimentais, em que a indústria mostra não só grande dinamismo como ainda crescente preponderância, pois recorde-se que há três anos atrás apenas 200 empresas já eram responsáveis por 40% da investigação a nível mundial o que significa que a médio prazo as empresas acabarão inevitavelmente por dominar a investigação tecnológica neste Planeta, ou pelo menos aquela investigação de onde se podem retirar elevados lucros. 

Há alguns anos atrás já tinha criticado a acefalia da Academia se concentrar (cada vez mais) em querer fazer o que se faz na indústria, o que no mínimo dos mínimos revela grave desorientação estratégica e no máximo pode até contribuir para encolher de forma substancial (e grave) o prestigio intrínseco da Academia e da sua natural e superior missão:

PS - Indirectamente sobre este tema revisite-se também o post publicado no passado dia 25 de Abril do corrente ano e um outro (bastante mais explicito) de 19 de Novembro de 2019