quarta-feira, 27 de julho de 2022

Presidente do Sindicato dos juízes envolvido em acto de violência extrema

Primeiro foi o Expresso, que em Outubro de 2021 fez um artigo sobre a escandaleira milionária das arbitragens privadas, depois tivemos um novo artigo do Expresso, há poucas semanas atrás, onde se ficou a saber que os tribunais arbitrais estão a fabricar novos milionários, a seguir a isso tivemos a queixa furiosa do queque Presidente do tal centro privado que trata das tais "arbitragens", sobre o estudo em que o Expresso se baseou,   https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/07/o-queque-presidente-que-tem-medo-que.html 

Não contente com essa queixa inicial, mais recentemente voltou novamente o queque Presidente a dar largas à sua insatisfação, ameaçando inclusive que se vai queixar à Fundação para a Ciência e Tecnologia sobre o referido estudo. Hoje (felizmente) chega no jornal Público a reposta extremamente violenta, quase assassina do Presidente do Sindicato dos Juízes, foto acima, que explica bem explicadinho para quem ainda não tenha percebido, como é que é possível utilizar os tribunais arbitrais para roubar o Estado, leia-se para roubar, com total impunidade, os contribuintes deste país:

"Simula-se um litígio e constitui-se um tribunal arbitral. Eu nomeio para árbitro um advogado de renome de um grande escritório...O Estado nomeia o seu árbitro, que pode ser outro advogado de renome do mesmo escritório. Bem instruídos, claro, os “nossos” dois advogados escolhem o árbitro presidente, um jurista amigo...o Estado é condenado a pagar-me e depois é só receber: 300 milhões para mim e 50 milhões para dividir pelos “amigos” do negócio" https://www.publico.pt/2022/07/27/opiniao/opiniao/so-nao-ve-nao-quer-2015111

PS - No contexto supra vale a pena relembrar as pérolas da tal socialista hipócrita que disse que os Portugueses tinham de deixar de ser parasitas, o que este país necessita urgentemente é de se livrar da infame parasitagem politica, que inventou tribunais arbitrais para roubar os contribuintes. Não sou eu que o digo, é o Presidente do Sindicato dos juízes. 

terça-feira, 26 de julho de 2022

Desempenho de Portugal contra a Espanha e a Alemanha no ranking Shanghai 2022



Ainda na sequência de um post anterior, onde se ficou a saber que a universidade de Coimbra (ao contrário da UALG, do ISCTE e do Politecnico de Bragança) não possui nenhuma área científica entre as 100 melhores classificadas a nível mundial. E onde também se ficou a saber que a França possui no conjunto das suas instituições do ensino superior, um total de 165 cursos no Top 100, apresentam-se abaixo, os resultados comparados entre Portugal (menos de 20), Espanha (quase 70) e Alemanha (quase 200). Essa informação conjugada com a informação relativa ao Top 500 permite que aqueles que agora se candidatam ao ensino superior, saibam efectivamente quais as áreas nacionais, que são tão competitivas cientificamente, que não compensa emigrar para frequentar essas áreas em universidades estrangeiras e claro também quais são as áreas que possuem pouca ou nenhuma competitividade científica. Informação essa que é crucial, especialmente para aqueles que estão interessados em prosseguir uma carreira na área da investigação. 


domingo, 24 de julho de 2022

Aumento de vagas em cursos recordistas de recém-licenciados desempregados

 


No post acima referi, entre outras coisas, que entre os 40 cursos com a maior taxa de recém-licenciados desempregados, o maior número pertence às áreas de Turismo e de Gestão. Pois bem, nem de propósito, o jornal Público informa hoje na página 14 da edição impressa (onde aparecem duas tabelas que são omitidas na versão electrónica do artigo), que entre os 10 cursos que mais decidiram aumentar o número de vagas para os estudantes que vão ingressar no ensino superior, está precisamente um dos cursos que faz parte do tal grupo dos 40 cursos com maior taxa de desemprego, que é exactamente aquilo que neste momento não faz falta a Portugal, gastar dinheiro para pagar a professores para formarem novos desempregados, recém-licenciados. 

Se se tratasse de um curso numa instituição privada isso seria obviamente um problema dessa instituição privada e principalmente dos pais dos alunos que quisessem gastar o seu dinheiro a pagar essa formação excedentária, trata-se porém de um curso (de gestão !!!) num Politécnico público. Não seria expectável que aqueles cursos públicos, que mais formam para o desemprego, tivessem que ficar 2 ou 3 anos sem poder abrir novas vagas nessa área ? 

E será que faz algum sentido, que neste momento haja muitas familias Portuguesas (que pagam impostos que servem para sustentar os vencimentos dos professores dos cursos de medicina) a gastar fortunas em cursos de medicina em países estrangeiros só porque os médicos directores das Faculdades de Medicina se recusam a abrir mais vagas, embora tenham recebido autorização para esse efeito e ao mesmo tempo se aumentam as vagas (pasme-se) em cursos campeões de formação de recém-licenciados desempregados ?