sexta-feira, 3 de março de 2023

O "ocaso" dos Investigadores Portugueses mais influentes a nível mundial e o comunismo universitário Português


Desde Outubro do ano passado que o post, acessível no link supra, sobre a lista dos "100 investigadores Portugueses mais influentes a nível mundial", era o mais visto neste blogue, porém ontem deixou de o ser, perdendo essa liderança de vários meses, para um post sobre um livro publicado recentemente, que editei em conjunto com um catedrático jubilado da Suécia, membro da Academia de Ciências e da Academia de Engenharia daquele país  https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/07/o-contributo-da-investigacao-na-area-da.html

No tal ranking da conhecida universidade de Stanford, de onde se extraiu a supracitada lista de investigadores Portugueses, o referido catedrático jubilado Claes-Göran Granqvist, aparece na posição 864, o que significa que aparece numa posição muito acima de todos os cientistas nacionais, pois o cientista melhor classificado, que trabalha numa universidade Portuguesa, não consegue aparecer entre as primeiras 5000 posições do ranking mundial.  

PS - Entendo pertinente reproduzir novamente abaixo, uma premente questão (em face da desgraça Portuguesa que foi mencionada aqui) com que encerrei um post de 8 de Agosto de 2021, post esse onde na altura mencionei o facto do catedrático jubilado Sueco Claes-Göran Granqvist, ter sido o fundador de uma empresa tecnológica, resultante de duas décadas das suas investigações académicas, a qual passou em 2017 a integrar o índice Nasdaq:
"E quantas centenas de milhões de euros é que Portugal já perdeu no passado e ainda continua a perder com um sistema universitário (comunista a todos os títulos) que inacreditavelmente premeia a inércia e incentiva a preguiça ?

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Rigor científico, marketing e publicidade enganosa sobre geopolímeros - Parte 2


Na sequência de um post anterior, sobre rigor científico, marketing e publicidade enganosa na área dos geopolímeros (acessível no link acima) e principalmente na sequência de um recente artigo, de investigadores italianos, que foi publicado há 5 dias atrás, versando a utilização de geopolímeros em aplicações biomédicas, nomeadamente na "reparação" de tecido ósseohttps://www.mdpi.com/2073-4360/15/5/1087 

Entendo como extremamente positivo constatar, que ao contrário de outros investigadores, pouco rigorosos, especialistas em dourar a pílula, que tentam esconder sempre que podem qualquer aspecto negativo de uma qualquer investigação, estes porém ao contrário e de forma muito ética e muito louvável, fizeram questão de não deixar de apontar as limitações dos referidos materiais, constituindo assim uma excepção à regra enunciada em 2017 por um catedrático da universidade de Toronto, a qual dita que na Ciência, altamente competitiva, não há cientistas Santos, pois todos (uma maioria expressiva) ambicionam ganhar um prémio Nobel. E essa santidade é tanto menor quanto maior é o seu poder relativo, pela simples razão que há muito se sabe que o poder corrompe, como também muito infelizmente o prova de forma cabal, o trágico suicídio de jovens investigadores 

Por uma curiosa coincidência, também há exactamente 5 dias atrás a revista The Economist, num longo artigo de 4 páginas, apontou o dedo à fraude existente em muitas publicações científicas, nomeadamente aquela fraude totalmente descontrolada de uma certa área científica https://www.economist.com/science-and-technology/2023/02/22/there-is-a-worrying-amount-of-fraud-in-medical-research situação extremamente grave, e até bastante perigosa que aconselha um prudente cepticismo, especialmente na comunidade científica, sobre putativas e quase salvíficas descobertas científicas, que podem depois acabar por revelar-se tão (pouco) salvíficas, como aquela famosa invenção revolucionária, que muito ironicamente até era baseada em nada menos de 100 (cem) patentes https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/universities-should-stop-producing.html

sábado, 25 de fevereiro de 2023

The meaning of a painting almost 70 meters long depicting the rape of women...

 

On December 16 i wrote a post wondering about the real reasons behind the Chinese patience concerning the fact that Russia has stolen 1 million km2 of Chinese territorhttps://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/12/how-much-longer-will-china-endure-theft.html and since then i have been tracking how this historical event is being brought to life. And yesterday, on the first anniversary of the Russian invasion of Ukraine, the blog "Democracy Paradox" did mention that "China might demand its territory back from Russia". https://democracyparadox.com/2023/02/24/some-realists-are-unrealistic-about-russia/

Of course, it remains to be seen whether this will happen in the short or medium term, but what is certain is that the best proof that the Chinese have not forgotten (and do not intend to forget) the theft of their own territory is provided by the Aihui History Museum (where Russian visitors cannot enter) that displays a 69-metre-long panoramic painting depicting "Cossacks raping (Chinese) women, driving Chinese into the river at bayonet-point and machine-gunning those in the water" which (not coincidentally) was also recently mentioned in an article published on February 2 in The Economist 

PS - I wonder why scientists in the field of psychology have still not been able to explain the Russian soldiers' obsession with rape, which has reached its extreme, in what is considered the greatest phenomenon of mass rape in all of history, in which almost 2 million German women between the ages of 8 and 80 were brutally raped by the Soviet army, many of whom were repeatedly raped by dozens of soldiers, as I had already mentioned in a previous post from February 23, 2022, just one day before the invasion of Ukraine began  https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/02/putin-and-greatest-mass-rape-phenomenon.html