segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Expresso - Dezenas de edifícios públicos em risco de ruir devido ao cimento-chocolate


O extracto supra diz respeito a um artigo do Expresso, que foi ontem colocado online. A frase que mais apreciei no referido artigo, foi aquela proferida por um investigador, que perguntado sobre o assunto em questão, disse de forma bastante sintética: 
“Este betão, usado a partir da II Guerra Mundial, sobretudo por ser mais barato e fácil de empregar, não é um perigo em si, mas, como todos os materiais, tem um prazo útil de vida”.

Infelizmente, para a população do Reino Unido e também para a população de quase todo o Planeta, aqueles indivíduos, que se candidatam e são eleitos para cargos políticos e tomam decisões sobre obras públicas, partilham entre eles uma característica assaz peculiar, o seu cérebro é absolutamente incapaz de compreender o conceito de vida útil. E foi por causa disso que na Itália, há apenas 5 anos atrás, a ponte Morandi, que não foi construída com o tal cimento dito de "chocolate", chegou ao fim da sua vida (útil) levando consigo as vidas de quatro dezenas de vidas de cidadãos Italianos. 

Faço por isso votos que a comunidade científica consiga explicar de forma cabal porque é que o cérebro dos políticos é absolutamente incapaz de compreender o conceito de vida útil. Quem sabe talvez parte da explicação, esteja naquele estudo de investigadores da universidades de Oxford e de Loughborough, que mostraram que certas formações académicas (como aquelas maioritariamente frequentadas por politicos), estão associadas a uma grave redução de uma substância cerebral crítica, o ácido gama-aminobutírico, que é fundamental para o raciocínio lógico e a resolução de problemas.https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2013155118#sec-5

PS - Há poucos meses atrás, mais precisamente no dia 13 de Junho, publiquei neste blogue um post sobre a referida ponte Morandi https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/06/chatgpt-ensina-como-projectar-um-betao.html

domingo, 10 de setembro de 2023

ChatGPT explica o inconseguimento da universidade da Ministra da Ciência

 


Ficou-se a saber há menos de um mês, vide post acessível no link acima, que a universidade onde a actual Ministra Elvira Fortunato foi curiosamente a Vice-Reitora responsável pela investigação, e também uma das universidades que recebeu e continua a receber mais dinheiro dos contribuintes, por via da Fundação para a Ciência e Tecnologia-FCT, não foi capaz de produzir o suficiente, para se manter entre as 500 melhores universidades do Planeta, listadas no prestigiado ranking Shanghai.

Maior mistério é descobrir através de uma analise na plataforma Scopus, que das 25.890 publicações científicas, produzidas por investigadores Portugueses durante o corrente ano de 2023, que relativamente ao ao rácio (total de publicações/total de docentes doutorados) por instituição, que a universidade da Ministra Elvira Fortunato produziu menos do que a UALG e a UBI, que recorde-se, receberam muito menos dinheiro da FCT do que aquela. Será que alguém consegue explicar porque é que quem mais recebe produz menos ? 

Quando se pergunta ao ChaGPT sobre esse inconseguimento, ele enumera várias razões, sendo que a primeira delas é a "ineficiência na gestão de recursos". Ou seja, logo na universidade que possui a super-hiper excelente unidade orgânica de negócios e economia NovaSBE, é que existe uma gestão de recursos ineficiente !

PS - Será que a ineficiência científica da Universidade Nova também se fica a dever ao facto de muitos dos directores daquela universidade não terem uma mentalidade subtrativa ?

sexta-feira, 8 de setembro de 2023

The Economist - The minus mindset key skill


The emergence of ChatGPT raised great expectations of significant productivity improvements. Those have been confirmed by the scientific community, for example in a study by MIT researchers, where it can be read that: "Our results show that ChatGPT substantially raised productivity: The average time taken decreased by 40% and output quality rose by 18%", https://www.science.org/doi/10.1126/science.adh2586 

However, it's worth noting that substantial productivity gains can also be achieved through straightforward methods, as elucidated in a recent article featured in The Economist. A brief excerpt from that article is presented below:
"...The best bosses are those who take things away...That means clearing time for employees to get work done...Shopify, an e-commerce firm, began the year by deleting 12,000 recurring meetings from corporate calendars, and asking everyone to think carefully before reinstating them. The company reports a rise in productivity as a result of the cull....Minus-minded managers will give employees permission not to attend if they are not needed...getting rid of work ought to be a vital part of the managers toolkit..." https://www.economist.com/business/2023/08/31/the-best-bosses-know-how-to-subtract-work