This comprehensive report meticulously analyzes GPT-4's capabilities within the realm of natural science research, with a specific focus on five key areas: drug discovery, biology, computational chemistry, materials design, and partial differential equations. Figure 1 on page 4 encapsulates a succinct summary of that report. https://arxiv.org/pdf/2311.07361.pdf
quarta-feira, 15 de novembro de 2023
GPT-4’s performance in scientific research
terça-feira, 14 de novembro de 2023
Troca de correspondência com os investigadores Miguel Prudêncio da ULisboa e Nuno Cerca da UMinho
Enviado: 14 de novembro de 2023 06:39
Para: Miguel Prudêncio
Assunto: Artigo "A grande ilusão dos concursos “regulares” da FCT"
Enviado: 14 de novembro de 2023 06:02
Para: Nuno Miguel Dias Cerca
Assunto: RE: UMinho FCT Tenure aplication
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De: F. Pacheco Torgal
Enviado: domingo, 20/05/2018 à(s) 21:21
Assunto: A nova "pupila" do Sr. Reitor da Universidade de Lisboa
Recebi hoje um email de um colega da
ULisboa dando-me conta de um recente discurso do
senhor Reitor daquela universidade, onde aquele aproveitou para
revelar a sua nova “pupila”, quando disse que pela
sua parte tudo fará para acabar com a carreira de investigação, pois segundo o próprio
em Harvard não há investigadores mas somente professores, discurso
acessível aqui https://www.youtube.com/watch?v=c5jGL6mqwnc
Antes porém de comentar a oportunidade e a
substância daquela que é a nova e inusitada “pupila” do Sr. Reitor é
pertinente que comente antes disso “outro pupilo” do Sr. Reitor,
comentário esse que serve como comprovativo introdutório sobre a qualidade do
referido discurso.
Ao minuto 31 do discurso disse o
Sr. Reitor que em 2016 a Universidade de Lisboa estava à
frente de todas as Universidades Italianas e Espanholas no ranking
Shangai. Este facto porém não corresponde
minimamente à verdade e mostra como o Sr. Reitor não se
importa de usar factos alternativos em sua defesa, porque no referido ano e no
referido ranking a Univ. de Lisboa estava no grupo 150-200, o mesmo
grupo onde estavam a Univ. Sapienza e a Univ.Barcelona e nesse grupo a ULisboa
até aparece abaixo daquelas e não é por mero acaso.
Já sobre as pérolas que envolvem a
universidade de Harvard é bom saber que o Sr. Reitor têm
elevadas ambições para a Universidade de Lisboa, infelizmente parecem
ambições na mesma linha daquele conhecido sapo que tentou imitar um boi e que
como todos sabemos não acabou bem. Desde logo é muito estranho que o
Sr. Reitor compare a ULisboa a Harvard quando não consegue
sequer que a sua universidade figure sequer no ranking das 100 mais inovadoras
da Europa https://www.reuters.com/article/us-emea-reuters-ranking-innovative-unive/reuters-top-100-europes-most-innovative-universities-2018-idUSKBN1HW0B4
Curiosamente também nunca preocupou o
Sr. Reitor que a percentagem de endogamia da universidade que
"dirige" esteja muito longe da Universidade de Harvard. http://www.dgeec.mec.pt/np4/EstatDocentes/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=138&fileName=EndogamiaAcademica.pdf
Se a endogamia por cá até choca o
Sr.Ministro que publicamente a considerou inadmissível em Harvard era garantido que dava direito
ao despedimento daqueles que nada fizeram para a impedir. Se
coerência houvesse o Sr. Reitor tinha-se demitido no mesmo dia em que
o Ministro Manuel Heitor se pronunciou sobre a endogamia daquelas unidades
orgânicas que fizeram o pleno ou que são conhecidas como o clube do bolinha,
aqui só entra quem é da casa. Ou seja relativamente a Harvard o Sr. Reitor só
olha para aquilo que lhe dá jeito. O que
não dá jeito é como se não existisse.
É verdade que de Harvard não conheço tanto como o Sr. Reitor (ou talvez conheça...) mas conheço pelo menos alguma coisa de algumas universidades da Suécia, onde há professores sexagenários a concorrer e ganhar bolsas da ERC e a escrever artigos em nome individual, sem explorarem o trabalho de bolseiros (ou como escreveu um catedrático de Stanford, que se especializarem na escravatura de jovens investigadores) que é coisa que por cá há pouco e já nem falo daquele milhar de professores que a DGEEC diz que não estão integrados em nenhuma unidade de investigação, mas que o Sr. Reitor diz que nunca ouviu falar, pois como ele diz no seu discurso não conhece nenhum professor que não faça investigação, isto muito embora haja no documento no link abaixo várias centenas (355 ETI) nessa condição e que pertencem curiosamente à Universidade de Lisboa http://www.dgeec.mec.pt/np4/392/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=822&fileName=DocentesEmUnidadesFCT.pdf
A verdade que o Sr. Reitor têm dificuldade em reconhecer é que a academia Portuguesa tem elevada diversidade. Há por lá raros professores de elevada craveira, como o conhecido Sobrinho Simões, que fazem o pleno em termos de pedagogia e de liderança no campo da investigação, há também por lá muitos professores com elevadas capacidades pedagógicas, mas sem capacidade para fazer investigação, há ainda excelentes professores com elevada capacidade de investigação, mas pouco ou nenhum interesse pela docência, de quem os alunos não sentem falta e muito menos saudade e até há na academia Portuguesa quem não tenha qualquer capacidade pedagógica nem nunca sequer tenha dado mostras de ter especial inclinação para a investigação, que ninguém percebe como é que chegaram à nomeação definitiva e porém lá se vão aguentando dando as suas aulinhas e conseguindo até por vezes que o nome deles apareça em artigos onde fizeram nada....
sábado, 11 de novembro de 2023
Um recorde absoluto muito difícil de quebrar
Como é possível constatar facilmente, na margem superior direita, da imagem que aparece no final deste post, quando se ordenam os meus vários/muitos livros internacionais, segundo o critério "classificar por: mais vendidos", aparecem os quatro livros que constam da referida imagem.
Desses quatro livros, aquele que aparece em 1º lugar, só foi publicado em 2020, pelo que de todo ainda não se justifica uma segunda edição. Até porque, se em equipa que ganha não se mexe então, em livro que ganha também não se deve "mexer". O que aparece em 4º lugar, foi publicado em 2018, mas a segunda edição, já tratei dela em devido tempo e será publicada em 2024, facto esse que até já divulguei neste blog no final do post aqui https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/11/publicacao-dos-meus-proximos-dois-livros.html
Assim sendo, em face deste cenário, resta-me concluir que devo começar imediatamente a preparar duas novas propostas, correspondentes aos livros que aparecem no segundo lugar (Biobased Materials and Biotechnologies for Eco-efficient Construction) e também no terceiro lugar (Advances in Construction and Demolition Wastes Recycling) para submeter à editora Elsevier, que depois, como é da praxe, essa editora enviará para três peritos internacionais, que decidirão sobre a pertinência científica das mesmas, para que se tudo correr como espero, sejam aprovadas até Janeiro, e possa depois iniciar as novas edições desses dois livros, que serão publicadas em 2025.
PS - Se no meu currículo, disponível na plataforma internacional ORCID, aparece escrito que não há ninguém neste Planeta, que na área da Engenharia Civil, tenha sido Editor principal do maior número de livros, que foram selecionados para indexação, (e nunca apareceu (nem vai aparecer) ninguém capaz de desmentir essa afirmação) isso não acontece certamente por mero acaso do destino. https://orcid.org/0000-0001-7767-6787