sábado, 29 de junho de 2024

The Economist - AI Co-authorship Estimated at Over One Million Scientific Publications



The most recent article in The Economist highlights that at least 10% of research may already be co-authored by generative AI. This figure is considered a lower bound since, in some fields like computer science, over 20% of research abstracts are estimated to contain text generated by large language models (LLMs). The article mentions that researchers from the University of Tübingen studied vocabulary changes in 14 million PubMed abstracts, demonstrating how the emergence of LLMs led to a sudden increase in the frequency of certain stylistic words. Notably, the word "delves" saw a very significant rise (refer to the image above).  You can find the original article here https://arxiv.org/pdf/2406.07016

I conducted a quick search on Scopus for the terms "Delve," "Delves," or "Delving" within abstracts and found 42,000 publications, reflecting an 800% increase in the past two years. The author with the most publications in the sample is an engineering professor from an Asian country. When I compared his h-index on Scopus with his h-index on Web of Science, I discovered a striking 300% discrepancy.

PS - It's curious that the aforementioned study by researchers from the University of Tübingen did not reference the paper by Sikander et al (2023) https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/12/chatgpt-4-outperform-human-researchers.html 

sexta-feira, 28 de junho de 2024

Catedráticos de Engenharia Civil ordenados pelo rácio de publicações mais citadas



No dia 16 de Agosto de 2021,  elaborei uma lista de Catedráticos de Engenharia Civil ordenados por número de publicações com mais de 100 citações na plataforma Scopus, após remoção das auto-citações. A mesma está acessível no link supra. 

E agora que passaram três anos é pertinente avaliar como evoluiu essa lista nesse período, evolução essa, que agora abaixo se reproduz, mas desta vez apresenta-se somente o rácio (de publicações altamente citadas) pois só esse permite comparações com rigor. 

Jorge de Brito .........3.0
Paulo Lourenço.......1.5
Humberto Varum.....0.9
Joaquim Barros.......0.7
J.Castro Gomes.......0.7
Ramôa Correia........0.6
Said Jalali................0.5
Alvaro Cunha...........0.5
E. Júlio.....................0.5
Aníbal Costa............0.3
Simões da Silva.......0.2
Rui Faria..................0.2
Pais Antunes............0.2
Fernando Branco.....0.2
Dinar Camotim.........0.2
Conceição Cunha....0.1
Gonçalves Silva.......0.1
Luís Picado..............0.1
Paulo Pereira...........0.1
Paulo Cruz...............0.1
Gomes Correia.......0.09
João de Lima..........0.08
António Tadeu.........0.07
Vasco Freitas..........0.06

PS - Em 2021 o dono deste blog tinha um rácio de 0.7 e esse valor subiu agora para 1.3, o que me colocaria na terceira posição, não fora o pormaior de na lista supra eu não ter removido as auto-citações e tendo em conta que os dois primeiros classificados tem uma percentagem de auto-citações superior a 21% e eu tenho apenas 7%...é só fazer as contas. Facto é que um rácio igual ou superior a 1.0 não é para todos, vide o post anterior sobre um cientista da Caltech, aqui https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/04/calltech-metrica-numero-de-artigos-com.html

quinta-feira, 27 de junho de 2024

É preciso acabar com todos os "políticos"



O extracto supra foi retirado de um post do dia 17 de Dezembro de 2023 e nele se pode ler que na França há políticos que não conseguem perceber qual o verdadeiro e único motivo que os elegeu. Por uma estranha coincidência, aquilo que se passa na França, passa-se também em muitos outros países, incluindo Portugal, a grande diferença entre o nosso desgraçado país e a França é que por cá os políticos conseguiram algo absolutamente impensável, foi tornar quase impossível a sua condenação, quando cometem crimes de corrupção ou de tráfico de influências, a fazer fé nos corajosos testemunhos do Procurador Geral Adjunto Euclides Dâmaso e da Procuradora Geral Adjunta Maria José Morgado. Situação essa agravada pelo facto do PS e o PSD pretenderem concretizar um velho sonho molhado de Sócrates (e de toda a classe politica), o de partir a espinha ao MP, legislando no sentido de dificultar ao máximo que os Procuradores façam escutas aos Ministros. 

Seja como for, é possível que uma das origens do problema pelo qual os políticos não percebem o verdadeiro e único motivo que os elegeu, está precisamente na palavra "político", que talvez tivesse uma conotação positiva na Grécia Antiga, mas que agora é sinónimo de aristocratas que gozam de uma impunidade quase absoluta. Assim sendo, seria extremamente positivo, que a referida palavra fosse doravante banida e substituída por "Serviçais da Causa Pública", para que dessa forma, os eleitos consigam perceber efectivamente e sem dúvida alguma em que consiste afinal a natureza do seu trabalho. Eleito para Servir.