segunda-feira, 21 de outubro de 2024

UBI: Dar mérito a quem realmente o merece

 


Depois de anteriormente ter criticado os responsáveis da Universidade da Beira Interior, por em má hora terem dado crédito a um ranking de investigadores da treta, aproveito agora para divulgar o nome daqueles Colegas, que muito meritoriamente, desde 2019, quando pela primeira vez foi publicado o conhecido ranking Stanford-Elsevier, tiveram lugar no pódio anual daquela instituição, sem desvalor da obra de muitos outros Colegas na mesma instituição, cujo nome também consta do mesmo ranking, e que também merecem reconhecimento, pois também contribuíram para ajudar Portugal a sair da irrelevância científica.https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/08/picec-processo-de-irrelevancia.html  

PS - O investigador João Catalão, agora professor catedrático na universidade do Porto, merece uma menção especial, porque embora não aparecendo no pódio da UBI a seguir a 2019, a justificação para isso deve-se ao facto do seu nome aparecer nos ficheiros do ranking Stanford-Elsevier, como pertencendo à universidade do Porto, onde muito meritóriamente integrou o pódio daquela instituição em 2020, 2021, 2022, 2023 e 2024. 

Addressing the Paradox of Excellence in Research: The Role of GPT at the U. of Oslo


A recent study titled "Are Outstanding Researchers Also Top Teachers?" examined the relationship between research productivity and teaching effectiveness in higher education, shedding light on the so-called excellence paradoxThe findings reveal that while highly productive researchers often excel in teaching due to their up-to-date knowledge enriching classroom instruction, they tend to receive lower teaching evaluations.  https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0038012124002982#sec5

The authors of the paper argue that this discrepancy likely stems from the heavy demands of research, which restrict the time and energy top researchers can invest in teaching. These scholars, consumed by their drive to push the boundaries of their fields, may simply deprioritize teaching. While this explanation makes sense, it's also possible that many of these researchers are simply not as interested in teaching, viewing it as secondary to their primary focus on research. 

Still, if their hypothesis is correct, leveraging GPT could be a valuable solution to help alleviate the time constraints faced by top researchers. Interestingly, the University of Oslo (UiO) has already embraced AI innovation with a custom service called GPT UiO. Tailored to meet strict European privacy regulations (GDPR), this platform empowers both students and staff to harness GPT models for a wide range of academic and administrative purposes, including writing assignments, supporting research, and even programming tasks. https://www.uio.no/english/services/ai/teacher/

PS - Several prominent researchers, including two-time Nobel laureate in Physics John Bardeen, are reported to have preferred research to teaching. Bardeen was characterized as a reserved individual who tended to avoid the spotlight, including the classroom setting. Similarly, other Nobel laureates, such as Barbara McClintock in Medicine and Eric Betzig in Chemistry, have also articulated a preference for research over pedagogical responsibilities. 

domingo, 20 de outubro de 2024

A professora da UCoimbra que ensina aos catedráticos que eles não estão acima da lei


O jornal Público dá hoje conta da luta de uma corajosa professora da Universidade de Coimbra, que já levou 5 (cinco) concursos a tribunal e em dois deles já teve ganho de causa em virtude de sentenças do Supremo Tribunal Administrativo que lhe foram favoráveis. https://www.publico.pt/2024/10/20/sociedade/noticia/professora-luta-ha-14-anos-tribunais-concursos-justos-universidade-coimbra-2108664

No referido artigo a parte escandalosa é aquela onde se pode ler: "um dos membros do júri defendeu a exclusão do candidato vencedor, considerando que este mencionara factos falsos no seu currículo, mas o júri acabou por não colher a proposta". facto esse que aliado a uma noticia de 2020, quando se ficou a saber que numa outra universidade, uma professora foi acusada de ganhar um concurso com um currículo contendo falsas declarações, https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/10/professores-universitarios-podem-mentir.html torna obrigatória a interrogação, afinal quantos professores universitários ganharam concursos em universidades públicas, com um currículo contendo factos falsos ?

PS - No contexto supra, convém recordar aquilo que um corajoso Professor Associado com Agregação, escreveu num artigo que foi publicado na revista do Sindicato do Ensino Superior, que todos aqueles que se atrevem a contestar concursos académicos em tribunal, estão a atacar os catedráticos jurados nesse concurso e que por essa afronta devem ser punidos.  https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/10/a-vinganca-cobarde-dos-catedraticos.html

Declaração de interesses - Declaro que já coloquei vários concursos académicos em tribunal e que pelo menos um dele foi anulado por violação da lei, estando outros há mais de uma década ainda à espera de sentença.  https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/04/pretendo-intentar-uma-acao_4.html