sábado, 25 de julho de 2026

Univ do Minho lidera destacada no indicador da densidade da excelência científica

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2025/09/acaba-de-ser-revelado-o-conhecido.html

Daqui a poucos meses será revelada a última edição do bastante conhecido e prestigiado ranking de cientistas Elsevier-Stanford, isso não impede porém que até lá se continue a analisar de forma mais aprofundada o ficheiro da última edição, acessível no post supra. 

Uma análise do rácio (Top 0.5%/Top2%), um indicador da profundidade da excelência científica institucional, mostra que a UMinho lidera destacada entre as sete universidades mais competitivas de Portugal (as únicas listadas no conhecido ranking Shanghai). A UBI apresenta um rácio nulo, porque não tem nenhum investigador no restrito subgrupo Top 0.5%. Por acaso já teve um, mas foi "roubado" pela universidade do Porto onde é professor catedrático, de seu nome João Catalão, titular de um Scopus h-index=100 https://www.scopus.com/authid/detail.uri?authorId=57204848031

Este caso evidencia que os indicadores institucionais de excelência não refletem apenas a capacidade de formar investigadores de elevado impacto, mas também a competência estratégica para os reter de forma duradoura e para captar talento científico externo. Quando uma universidade não consegue conservar os investigadores cuja trajetória ajudou a construir, não perde apenas capital humano altamente qualificado: transfere para outra instituição impacto científico, reputação académica, capacidade de captar financiamento e o retorno de investimentos acumulados durante anos. Formar excelência para depois a entregar a concorrentes mais eficazes não é apenas uma fragilidade institucional; é uma forma particularmente dispendiosa e estrategicamente ruinosa de subsidiar o sucesso alheio.