PS - A Espanha possui quatro vezes e meia a população de Portugal, então uma simples questão de proporcionalidade, ditaria que se a lei Portuguesa fosse juridicamente tão bem elaborada (leia-se tão decente) quanto a lei Espanhola, país que recorde-se recebeu 153.000 pedidos de legalização de judeus, isso significaria na prática que Portugal teria recebido um total de 34.000 pedidos e teria legalizado menos de 30.000 desses pedidos, porém até ao momento Portugal já recebeu quase 90.000 pedidos e como a lei, apesar das recentes alterações, ainda está em vigor os pedidos irão continuar, embora seja certo já não com o mesmo volume anormal (e bastante lucrativo) dos últimos anos.
sexta-feira, 1 de abril de 2022
Português com fortes ligações a Hollywood vai meter o Governo de Costa na ordem
PS - A Espanha possui quatro vezes e meia a população de Portugal, então uma simples questão de proporcionalidade, ditaria que se a lei Portuguesa fosse juridicamente tão bem elaborada (leia-se tão decente) quanto a lei Espanhola, país que recorde-se recebeu 153.000 pedidos de legalização de judeus, isso significaria na prática que Portugal teria recebido um total de 34.000 pedidos e teria legalizado menos de 30.000 desses pedidos, porém até ao momento Portugal já recebeu quase 90.000 pedidos e como a lei, apesar das recentes alterações, ainda está em vigor os pedidos irão continuar, embora seja certo já não com o mesmo volume anormal (e bastante lucrativo) dos últimos anos.
quinta-feira, 31 de março de 2022
Novas regras médicas ditam que só quem nasceu com uma vagina pode tornar-se especialista em ginecologia
As empresas mais inovadoras do Planeta, o Vice-Presidente profundamente ignorante e a receita simples para arranjar dinheiro
https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/01/um-vice-presidente-profundamente.html
Ainda sobre o post acima acerca de um certo Vice-Presidente do PS, veja-se o recente relatório da Clarivate Analýtics sobre as 100 empresas mais inovadoras do Planeta https://clarivate.com/top-100-innovators/ onde mais uma vez Portugal está ausente. E nem mesmo quando se alarga a amostra de 100 para 1000 empresas Portugal consegue sair do anonimato. Vide figura acima.
Isto significa que constitui um evidente desperdício de verbas públicas as largas centenas de milhões de euros que o Governo da República permite que muitas empresas Portuguesas deixem de pagar em impostos (borlas fiscais) por conta de alegadas "actividades de investigação" https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/08/expresso-o-nada-surpreendente-recorde.html
Isto já para nem falar nos bancos Portugueses onde alegadamente também se "investiga" em força https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/08/os-bancos-portugueses-que-dizem-que.html
Se como se viu neste post aqui não são as empresas mas sim as universidades (com destaque para a universidade do Minho) que neste país andam a produzir patentes, então nada mais justo do que direccionar para as universidades as verbas supracitadas. Quanto mais não seja para compensar as universidades por um subfinanciamento de tal ordem violento, que até levou o Reitor da Universidade de Lisboa a dizer que não compreende que várias delas aceitem ser tão maltratadas, quase como se fossem masoquistas https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/08/o-reitor-da-ulisboa-e-as-universidades.html
PS - Se um grupo no Parlamento Europeu estimou que em Portugal se roubam 90.000 milhões a cada 5 anos, e se o nosso Ministério Público só conseguiu apreender (leia-se congelar) nos últimos 5 anos um valor miserável que representa menos de 1% do valor das actividades criminosas (o valor efectivamente declarado perdido a favor do Estado no final do julgamento é apenas 0.01%) então já se sabe onde é que é possível ir buscar dinheiro para financiar a investigação, as universidades ou o sector da saúde, basta para isso apenas que o Parlamento Português de uma vez por todas ganhe vergonha na cara e deixe de fazer leis canalhas que dificultam, quando não impedem o confisco dos lucros dos crimes https://www.publico.pt/2022/01/16/sociedade/noticia/transposicao-norma-parlamento-mina-recuperacao-lucros-crimes-1992019


