Ainda na sequência do post anterior, onde se comentou o facto de um Professor catedrático na Universidade do Minho (também Membro Conselheiro da Ordem dos Engenheiros) ter escrito sobre a imperiosa necessidade de um mínimo de rebeldia e caos, como condição para o sucesso das organizações nos tempos que correm, é refrescante ler no recente artigo publicado na Times Higher Education, sobre a importância da anarquia na organização da ciência, https://www.timeshighereducation.com/news/organised-anarchy-ucl-research-supremo-steering-science-giant desde logo pela simples razão que a ciência não é um exército, os cientistas não são soldados que marcham sempre da mesma maneira, de quem se espera que cumpram cegamente as ordens da hierarquia militar e ao contrário do que sucede no exército, os actos de rebeldia (leia-se o gérmen da inovação) devem ser estimulados e não reprimidos.
terça-feira, 31 de maio de 2022
A anarquia como estratégia de organização da ciência no século XXI
Ainda na sequência do post anterior, onde se comentou o facto de um Professor catedrático na Universidade do Minho (também Membro Conselheiro da Ordem dos Engenheiros) ter escrito sobre a imperiosa necessidade de um mínimo de rebeldia e caos, como condição para o sucesso das organizações nos tempos que correm, é refrescante ler no recente artigo publicado na Times Higher Education, sobre a importância da anarquia na organização da ciência, https://www.timeshighereducation.com/news/organised-anarchy-ucl-research-supremo-steering-science-giant desde logo pela simples razão que a ciência não é um exército, os cientistas não são soldados que marcham sempre da mesma maneira, de quem se espera que cumpram cegamente as ordens da hierarquia militar e ao contrário do que sucede no exército, os actos de rebeldia (leia-se o gérmen da inovação) devem ser estimulados e não reprimidos.
segunda-feira, 30 de maio de 2022
Investigadora implacável volta a atacar e provoca vários traumatizados
O jornal Público contém hoje uma larga entrevista à tal investigadora que já tinha sido mencionada no post acima (que durante 10 anos foi assessora jurídica do Tribunal Constitucional). Na referida entrevista a implacável investigadora volta a atacar os juízes daquele tribunal, que acusa de olharem para os direitos sociais como normas ornamentais, nada fazendo para impedir que os grandes fundos do imobiliário expulsem das cidades aqueles que não conseguem pagar rendas muito elevadas:
Porém a grande "facada" vai para um professor que ela acusa de ter invocado os Constitucionalistas Canotilho e Novais para dizer que os direitos sociais são um roubo. "É fraude invocá-los para defender o oposto do que eles pensam...Isto tem de ser denunciado". E muito embora ela não diga o nome desse académico, uma pesquisa no google devolve um artigo de título "O que são os direitos sociais?" de um professor associado da Universidade Lusíada em cuja conclusão se pode ler:
"Em síntese, se nos perguntam o que é hoje, não a propriedade, mas o que são hoje os direitos sociais, responderemos, subvertendo Proudhon: os direitos sociais são o roubo!"
http://repositorio.ulusiada.pt/bitstream/11067/6100/3/polis_2_4_6
http://repositorio.ulusiada.pt/bitstream/11067/6100/3/polis_2_4_6
PS - O referido professor associado, de nome Luís Barbosa Rodrigues, que obteve o título de Agregado pela universidade Lusíada em 2021, é na imagem acima, o segundo a contar da esquerda.
sábado, 28 de maio de 2022
As universidades e politécnicos que produziram menos livros indexados
Na sequência do post acima, sobre as Instituições de ensino superior que produziram mais livros indexados na Scopus, durante o quinquénio 2017-2021 e o triénio 2019-2021 é também importante saber quais foram as universidades e politécnicos que menos produziram, pois nesse grupo há instituições com desempenhos muito diferentes.
Assim sendo, apresenta-se abaixo o valor absoluto para 19 instituições, que tenha-se presente, durante o quinquénio 2017-2021, produziram no seu conjunto, metade do número de livros indexados produzidos pela Universidade de Aveiro sozinha. Os valores dentro do parênteses curvo correspondem ao triénio 2019-2021. As instituições com produção nula foram ordenadas por ordem inversa ao número de ETIs porque a responsabilidade é tanto maior quanto maior é o número de ETIs.
1 - UTAD........................9 (3) livros indexados na base Scopus
2 - UALG.......................7 (4)
3 - IPol.Leiria.................5 (1)
4 - UAberta....................4 (1)
5 - IPol.Setubal..............3 (3)
6 - IPol.Lisboa...............2 (2)
7 - IPol.Viana Cast........2 (0)
7 - IPol.Viana Cast........2 (0)
8 - UMadeira.................2 (0)
9 - IPol.Santarém..........1 (1)
10 - IPol.Coimbra..........1 (1)
11 - IPCA.......................0 (0)
12 - IPol.Portalegre.......0 (0)
13 - IPol.Tomar..............0 (0)
14 - IPol.Beja.................0 (0)
14 - IPol.Beja.................0 (0)
15 - IPol.Guarda............0 (0)
16 - UAçores..................0 (0)
17 - IPol.C.Branco.........0 (0)
18 - IPol.Viseu...............0 (0)
16 - UAçores..................0 (0)
17 - IPol.C.Branco.........0 (0)
18 - IPol.Viseu...............0 (0)
19 - IPol.Bragança.........0 (0)
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