quarta-feira, 7 de agosto de 2024

A insuportável vaca catedrática, o direito legal dos homens Portugueses à primeira violação e o médico de secreta identidade


Voltar à vaca fria, significa voltar a um assunto premente e ou urgente. No caso concreto do presente post, significa voltar ao tema das graves consequências que afectam a vida dos Portugueses, por conta da nefasta acção de muitos catedráticos de Direito, cujo trabalho tem inspirado as muitas, injustas e incompreensíveis versões do Código Penal. 

A título de declaração de interesses, devo declarar que uma pesquisa nos meus blogues pelos termos Catedráticos e Direito, devolve bastantes posts, desses basta-me citar apenas três deles, para se perceber a extensão do problema, um de 2020, a propósito de um caso vergonhoso, de um individuo que passou os bens à mulher antes do divórcio e que ficou sem bens para pagar uma divida de 4 milhões de euros ao Novo Banco,  um outro post de 2023, que questionou a escabrosa razão do nosso código penal, ao contrário do da França, não mandar para a cadeia os políticos que "arranjam" empregos para familiares e amigos e finalmente um de 2024, sobre um casal maravilhoso, que foi acusado e condenado por mais de uma centena de crimes de corrupção activa, tendo porém todos esses crimes acabado por prescrever https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/05/quantos-milhoes-vale-dignidade-da.html

Continuando na citada "vaca fria", atente-se num recente artigo do jornal Público, onde está escrito que o Código Penal em vigor (catedraticamente inspirado), permite que qualquer homem tem direito legal a violar uma mulher, tendo certeza que terá direito a uma pena suspensa. O título desse artigo é aliás muito esclarecedor "Para a justiça portuguesa, a primeira violação não tem puniçãohttps://www.publico.pt/2024/07/24/opiniao/opiniao/justica-portuguesa-primeira-violacao-nao-punicao-2098581

Para terminar, aproveito para perguntar, pode a inspiração catedrática ser tão incompetente que vai ao ponto de impedir que os Portugueses possam conhecer a identidade de médicos, cuja negligência resultou na morte de pacientes, como sucedeu por exemplo com aquele médico, que o Tribunal da Relação condenou por negligência grosseira, da qual resultou a morte de uma mulher de 44 anos, vide processo 6730/08.1TDLSB.L1.S1, processo que passados tantos anos ainda corre termos agora no T.Constitucional? E será justo ou sequer minimamente compreensível que enquanto decorrem os longos prazos da justiça Portuguesa, ao longo de quase duas décadas, haja mulheres que não tenham direito a conhecer a sua identidade, correndo o risco de poderem ser vitimas de idêntico destino ?

PS - Como não há regra sem excepção, hoje mesmo, um catedrático de Direito da Universidade Nova, informa os Portugueses que parece que a Constituição deste país permite que o Presidente da República se comporte quase como se fosse o Rei de Portugal:
"esta norma é inconstitucional pela razão inversa: porque coloca o Presidente na posição do “privilégio” — que se agrava quando refere antigos chefes de Estado, que já não são chefes de coisa nenhuma" https://www.publico.pt/2024/08/07/opiniao/opiniao/posicao-presidente-republica-cpi-gemeas-2100041

terça-feira, 6 de agosto de 2024

An Unbreakable World Record Until 2029

 

Last November, I shared a post that may have been hard to understand at the time due to a lack of supporting data. In that post, I claimed that within my scientific field, no one on Planet Earth has more books indexed on the renowned Scopus platform than I do. This record, I stated, would be extremely difficult to break https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/11/amazon-livros-mais-vendidos.html

Nine months later, I am now able to substantiate my claim. A search on this platform reveals that the third spot globally, among authors with the most indexed books in my field, is shared by several individuals, each with a total of 12 indexed books. However, the identities of these authors and the dynamics of their production are irrelevant. Even if, by some improbable chance, they were to start publishing three books per year, they would still fall short of breaking the record by 2029—the year of my retirement.

The only real danger lies in the professor (at a university in Australia) who occupies 2nd place in the world, holder of an impressive Scopus h-index=94, and who has 20 indexed books. It turns out, however, that he needed 20 years to produce them, so it will not be now, at almost 70 years of age, that he will start producing at a rate 300% greater than what he has produced in the last two decades. But even if by some miracle this improbable thing were to happen, it wouldn't be possible to break my record, for the simple reason that I haven't stopped yet, nor will I stop producing anytime soon.

segunda-feira, 5 de agosto de 2024

A prova de um recorde inquebrável até 2029


No inicio de Novembro passado, produzi um post que na altura pode ter sido difícil de compreender, se não mesmo impossível, porque não continha dados suficientes para provar uma afirmação, que foi feita na parte final do mesmo. Afirmei então que na minha área científica, não havia ninguém, no Planeta Terra, com mais livros indexados na conhecida plataforma Scopus do que eu e que esse recorde era muito difícil de quebrar https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/11/amazon-livros-mais-vendidos.html

Essa prova faço-a agora, passados 9 meses. Quando se faz uma pesquisa nessa plataforma descobre-se que o terceiro lugar mundial, dos autores com mais livros indexados na minha área, é ocupado por diversos autores que possuem um total de 12 livros indexados, mas é irrelevante saber quem são eles, e qual a sua dinâmica de produção, porque mesmo que de repente (o que é muito pouco provável) começassem a produzir três livros por ano, já não conseguiriam quebrar o referido recorde, até 2029, o ano da minha aposentação.

O único e verdadeiro perigo, está no catedrático (de uma universidade da Austrália) que ocupa o 2º lugar mundial, titular de um impressionante Scopus h-index=94, e que possui 20 livros indexados. Sucede porém que ele necessitou de 20 anos para os produzir, pelo que não será agora, com os seus quase 70 anos de idade, que irá passar a produzir a um ritmo 300% superior ao que produziu nas últimas duas décadas. Mas mesmo que por algum milagre, esse improvável viesse a ter lugar, nem assim ele conseguiria quebrar o meu recorde, pela simples razão, que eu ainda não parei, nem irei tão cedo parar de produzir.