quarta-feira, 2 de março de 2022

Embaixador Russo ensina a receita para vergar a Rússia


As mortes de civis na Ucrânia já chegaram aos dois milhares e não se sabe até onde chegarão se entretanto a pressão internacional sobre a Rússia não aumentar. Felizmente para o Ocidente, o manhoso chefe da diplomacia Russa, Sergei Lavrov, revelou que o seu país está pronto para enfrentar as sanções económicas, mas que não compreende (leia-se, não consegue engolir) que haja um boicote de desportistas e cientistas Russos

A referida revelação mostra bem qual é o ponto fraco dos mafiosos que mandam na Rússia, que é exactamente onde o boicote da comunidade internacional deve agora fazer mais pressão, até porque é muito fácil boicotar desportistas e cientistas daquele país. Assim por cada dia que a Rússia permaneça na Ucrânia a comunidade internacional deverá boicotar desportistas e cientistas durante 1 ano, o que significa que neste momento ao fim de 7 dias de invasão o boicote durará 7 anos. 

Tendo porém em conta que os politicos Russos dão muito mais importância ao desporto (como o prova o doping sistemático dos seus atletas e em consequência as 46 medalhas olimpicas que perderam por conta do mesmo) poderia assim, pelo menos numa primeira fase, excluir-se os cientistas do boicote. Como é evidente os efeitos do referido boicote podem ser anulados a qualquer momento se o psicopata Putin for afastado do poder e julgado pelos crimes de guerra que praticou em Grozny, em Aleppo e agora também na Ucrânia. 

Pela minha parte, enquanto Editor recusei ontem pronunciar-me sobre o conteúdo de um artigo científico, pelo facto do mesmo ter um co-autor Russo e continuarei a boicotar (como editor e também como revisor) artigos que tenham co-autores daquele país.  

PS1 - Depois de um excelente artigo na revista The Economist no inicio de Fevereiro, o conhecido Yuval Harari escreveu mais recentemente um outro artigo com o sugestivo título "Porque é que Vladimir Putin já perdeu esta guerra"

PS2 - O tal ganancioso filho da puta Alemão que critiquei neste blogue em 22 de Fevereiro, ainda antes da invasão Russa da Ucrânia e depois novamente em 27 de Fevereiro, começa finalmente a sentir-se acuado em face da repulsa provocada pelo seu comportamento, que já levou instituições na Alemanha e fora dela a repudiarem o seu comportamento, que é desprezível a todos os títulos, tendo sido reprovado inclusive por elementos do seu próprio staff. Vide notícias abaixo:

Só deve defender a pátria quem quiser

 

A historiadora Raquel Varela, que muitos milhares neste país seguem quase religiosamente, defende a propósito da invasão Russa, que não faz sentido que o Presidente da Ucrânia exija que todos os Ucranianos entre 18 e 60 anos, sejam chamados a defender aquele país da invasão Russa, o que significa que para ela a defesa da pátria contra uma invasão estrangeira, é só para quem quiser. 

A imagem acima diz respeito a um cemitério em Colleville-sur-Mer, perto da Normandia onde estão sepultados mais de 9000 Americanos, que constituem uma ínfima parte dos mais de 90.000 Americanos, que morreram na Europa, numa guerra (em que o Presidente dos EUA Roosevelt recusou participar mesmo depois do Churchill lhe ter implorado quase de joelhos) para a qual foram obrigados a alistar-se e ainda por cima para defender uma pátria que nem sequer era a sua. Porém se não tivesse sido esse sacrifício forçado a historiadora Raquela Varela teria nascido numa Europa dominada pelo nazismo e onde todos os judeus (e outras sub-raças não arianas) teriam sido incinerados, ou na melhor das hipóteses reduzidos à condição de escravos. 

Felizmente que a mesma Raquel Varela, esclarece logo a seguir que não é a favor da NATO, o que ajuda a perceber que ela não se importaria nada que cada país europeu tivesse de enfrentar sozinho o psicopata Putin e os seus planos dementes (que implicam gastar anualmente mais de 50 mil milhões de euros em armamento, ao mesmo tempo que há 18 milhões de Russos que vivem em condições de pobreza miserável) para expandir as fronteiras do seu país até coincidirem com as do Império Czarista (que inclui a Finlândia) e que pela sua loucura não são muito diferentes dos planos do Estado Islâmico (que até incluem a ocupação de Portugal e da Espanha pelo facto destes países terem sido ocupados pelos mouros durante 500 anos), com a grande diferença que o primeiro nem sequer se coíbe de fazer ameaças nucleares contra todos aqueles que se atreverem a fazer-lhe frente.  

terça-feira, 1 de março de 2022

A novilíngua assexuada, os perigosos WCs binários e a receita para um idoso abusar sexualmente de uma jovem de 13 anos e escapar impune

 

Os Estados Unidos, a Europa e até mesmo Portugal tem andado ultimamente furiosamente obcecados com questões de género e no nosso país até já há quem se queixe dos WCs binários e por conta disso exija WCs de género neutro, porque alegam, usando um estranho acordo ortográfico, que:

Lá para as bandas da China os problemas de género são porém muito diferentes e muito mais graves, pois como se pode ler num recente artigo publicado na revista The Economist, naquele país por conta de uma bizarra situação demográfica, há aproximadamente 30 milhões de homens que estão impossibilitados de arranjar noivas, e em consequência disso há raptos de noivas a uma escala industrial, a que as autoridades costumam fechar os olhos, tentando inclusive convencer as raptadas a não se queixarem  https://www.economist.com/china/2022/02/26/a-story-of-a-trafficked-bride-shocks-china

Na mesma revista há também um outro artigo não menos grave, que analisa um tema que se julgava pertencer somente a países do terceiro mundo, que é a inexistência de uma idade mínima para casar, mas que estranhamente também ocorre em algumas zonas dos Estados Unidos, país onde 9 estados não possuem idade mínima e outros muito embora tenham a idade mínima de 18 anos, permitem excepções para o caso dos pais aprovarem o casamento. https://www.economist.com/united-states/2022/02/26/child-marriage-in-america-has-fallen-sharply-but-not-far-enough O que na prática significa que alguém que tenha abusado sexualmente de uma menor não será criminalizado se os pais aceitarem o seu casamento com ela, como sucedeu com um caso que ocorreu naquele país, de um violador que casou com uma vitima de 13 anos de idade https://www.nytimes.com/2018/06/01/opinion/sunday/child-marriage-delaware.html

PS - Muito embora o nosso país queira parecer muito moderno discutindo WCs não binários e WCs de género neutro o facto é que ainda continuam a ocorrer em Portugal casamentos com vítimas de 13 anos de idade, muitos que nem sequer chegam ao conhecimento da justiça, ao contrário do caso que foi comentado aqui https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/penas-suspensas-para-pais-que-obrigaram-menores-a-casamento