quinta-feira, 14 de abril de 2022

5 mulheres que tem uma relação "especial" com Putin: A filha do bêbado, a filha da deportada, a filha do académico, a filha do engenheiro civil e a filha do filho da puta

 

A imagem acima diz respeito a duas conhecidas mulheres, a primeira delas que a imprensa afirma ser filha de um bêbado, é a actual Primeira-Ministra da Finlândia, que o repelente Bloodymir Putin não aprecia nada. A segunda mulher retratada na imagem, cuja mãe, enquanto criança foi deportada para a Sibéria, numa viatura de transporte de gado, é a actual Primeira-Ministra da Estónia, que o imundo Bloodymir Putin também não aprecia. 

A terceira mulher mencionada no título deste post, é filha de um académico e serve actualmente como Primeira-Ministra da Suécia, é mais uma que o nojento Putin gosta pouco. A quarta mulher desta história, filha de um engenheiro civil, é a actual Primeira-Ministra da Lituânia, que não só escreveu na The Economist que o asqueroso Bloodymir Putin é um mentiroso patológico como ainda por cima decidiu deixar de financiar a criminosa máquina de guerra do nojento Bloodymir Putin, terminando as compras de gás Russo https://pachecotorgal.com/2022/04/03/top-10-countries-that-are-helping-putin-kill-ukranians/

A quinta e última mulher a que respeita este post, é como não podia deixar de ser, aquela execrável candidata à Presidência da França, Marine Le Pen, a mesma que curiosamente o repugnante Bloodymir Putin aprecia muitíssimo (logo ele que só gosta de humanos desprovidos de uma espinha dorsal, pois esse é também um requisito fundamental das marionetas), tanto é assim que lhe meteu 9 milhões de euros no bolso, o que significa que ela conseguiu roubar à Christine Deviers-Joncour o título de "Putain de La République" 

PS - Será que o facto dos soldados Russos terem carta branca para violarem à vontade (mulheres, idosas e crianças na Ucrânia) é também uma forma insidiosa do fake macho-man Bloodymir Putin (vide também Hardaker & McGlashan sobre o que não é um homem) poder saciar o ódio profundo que sente contra as quatro mulheres supracitadas ? 

quarta-feira, 13 de abril de 2022

O caso problemático (leia-se grave) dos casamentos entre Professores universitários e alunas

 

https://pachecotorgal.com/2022/04/08/o-terror-com-os-processos-disciplinares-na-academia-e-a-professora-universitaria-que-nao-sabe-o-que-e-o-assedio/

Sobre o tal caso de assédio na FDUL, comentado no post acima, é verdadeiramente impressionante a forma como toda a gente (imprensa incluída) evita olhar para o óbvio elefante na sala, que é o casamento entre professores universitários e alunas (porque isso é mexer num vespeiro, já que incomoda pessoas muito conhecidas e algumas até com bastante poder), ocorrência essa que a própria Directora da FDUL, manhosamente, mencionou "en passant", tentando dessa enviesada forma atribuir-lhe um significado de normalidadehttps://sol.sapo.pt/artigo/768222/ha-docentes-da-faculdade-que-sao-casados-com-pessoas-que-foram-suas-alunas

Porém não há nada de normal num casamento entre um professor e uma aluna, muito antes pelo contrário e no limite o mesmo só poderia eventualmente traduzir uma situação não problemática se e só se o relacionamento sentimental entre os dois tivesse tido o seu inicio depois da aluna já estar diplomada, ficando porém e ainda assim sempre no ar a dúvida (verdadeira ou não) que o mesmo poderia (em segredo) afinal ter-se iniciado antes. 

Nos países Anglo-saxónicos não gostam de brincar com coisas sérias, não admira por isso que até mesmo nas empresas privadas desses países, se alguém se envolver sentimentalmente com um seu superior hierárquico, essa pessoa terá que se demitir ou então a empresa pode demiti-la por justa causa, pelo simples facto que esse relacionamento compromete de forma irremediável a necessária imparcialidade do superior hierárquico:  "the biggest risk when dating your boss is the belief -- whether it's true or not -- that you get special treatment"

segunda-feira, 11 de abril de 2022

O homem mais rico do Planeta e mais uma universidade apanhada em falsificações

 


Ainda na sequência do post acima, relativo ás polémicas declarações do conhecido Elon Musk, agora o homem mais rico do Planeta, sobre o reduzido valor dos MBAs e principalmente do conteúdo dos emails vertidos nesse mesmo post, sobre o ranking da treta de escolas de gestão, que a imprensa Portuguesa muito adora, num dos quais se questiona "Quem é que garante ou confirma a veracidade daquilo que está nos inquéritos ?" é pertinente recordar que há apenas três dias se ficou a saber que uma universidade foi apanhada a inventar dados para aparecer bem classificada nesse ranking https://www.chronicle.com/article/rutgers-b-school-faked-jobs-for-graduates-to-inflate-its-rankings-lawsuit-says

Convém lembrar que no ano passado um responsável de outra universidade Americana também foi condenado por fraude porque foi apanhado a fazer o mesmo https://www.nytimes.com/2021/11/29/us/temple-university-moshe-porat-fraud.html E não se pense que as universidades da Europa são todas elas brilhantes exemplos de ética, e que nenhuma elas andou a falsificar dados, porque a grande diferença é que ao contrário da Europa, nos EUA existe desde Julho de 2010, com o Dodd-Frank Act, um incentivo poderoso para as denúncias internas, porque os denunciadores/assobiadores podem tornar-se milionários, como sucedeu com aquele denunciador, que revelou um esquema de falsificação de projectos de investigação na universidade de Duke e que por conta disso recebeu um prémio de 33 milhões de dólares https://nsjonline.com/article/2019/04/duke-whistleblower-to-receive-33-million-settlement/ o que significa que se por cá houvesse um incentivo milionário semelhante já teriam vindo a lume semelhantes casos de falsificação.

PS - Irónicamente e como recentemente se deu conta no final do post, acessível no link abaixo, no ensino superior Português as denúncias de eventuais irregularidades costumam levar é à perseguição dos denunciadores https://pachecotorgal.com/2022/04/08/o-terror-com-os-processos-disciplinares-na-academia-e-a-professora-universitaria-que-nao-sabe-o-que-e-o-assedio/