Paradoxalmente, não consigo (certamente porque me falta a inteligência necessária para esse efeito) alcançar o motivo para tanto pessimismo. O facto inegável, é que Portugal fica próximo da Alemanha e até acima da Noruega. Mas muito mais importante do que isso, estamos muito abaixo da China, país que costuma andar nos lugares cimeiros deste "ranking". E ainda bem que assim é, porque como escrevi há alguns anos atrás, em 2017, num documento inserido numa candidatura, o qual posteriormente, em 2019, tornei público no meu blogue, aquele país possui um sistema educativo que promove aquilo que não devia promover: "promotes conformity and obedience, not creativity and innovation which are needed in the present and in the future (Chu, 2017)." https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/10/the-role-of-academia-towards-type-1.html
Mais detalhes sobre o datado e "falhado" sistema de educação Chinês (que ajuda os alunos daquele país a aparecerem no topo do ranking PISA) podem facilmente perceber-se pelas palavras de um professor universitário aposentado que escreveu algo parecido com isto:
Declaração de interesses - Declaro que há vários anos atrás, já tinha mostrado não estar minimamente interessado em alinhar com o histerismo mais ou menos geeneralizado, dos alegadamente fracos resultados, dos alunos Portugueses, em testes internacionais, vide post "O pai da criança, os invertebrados de 20 valores e a dúvida Darwiniana" https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/12/o-pai-da-crianca-os-invertebrados-de-20.html