sábado, 15 de junho de 2024

A dificilíssima questão a que nem o maior génio Português consegue dar resposta



Há poucos dias atrás, muitos inocentes neste país, rejubilaram com a condenação de Manuel Pinho a dez anos de prisão efectiva, por crimes de corrupção, vide noticia no link supra. Eu porém não fui um deles, porque no que à justiça Portuguesa diz respeito, já há muito perdi a inocência, quando tomei conhecimento de factos inacreditáveis e extremamente graves, como o facto da conhecida Procuradora Maria José Morgado ter afirmado publicamente, há 14 anos atrás, que em Portugal a corrupção está protegida pela própria lei https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/12/42-anos-no-combate-ao-crime-e.html

E reforcei essa convicção por conta das várias declarações públicas, do corajoso Procurador-Geral Adjunto Euclides Dâmaso e de casos inacreditáveis, como o do tal casal maravilha, que foi acusado e condenado por mais de uma centena de crimes de corrupção, , cujos crimes acabaram porém, sem surpresa, por prescrever, todos eles https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/05/quantos-milhoes-vale-dignidade-da.html

Pela minha parte tenho a certeza absoluta que Manuel Pinho nunca cumprirá um único dia da pena de 10 anos de cadeia a que agora foi condenado, é claro que não sei (nem o sabe, o maior génio Português) o que irá acontecer primeiro, que o irá livrar dessa pena:
1 - Manuel Pinho morre antes de haver uma sentença transitada em julgado 
2 - Após sucessivos recursos a condenação a 10 anos de cadeia prescreve 
3 - Manuel Pinho desenvolve Alzheimer (ou Parkinson ou outro tipo de demência) 

PS - Também recentemente informou a imprensa que Ricardo Salgado e sua mulher gastam por mês 40 mil euros (!!!) que recebem da sua filha que vive na Suíça. Esta filha parece ser o "sonho" de qualquer pai, especialmente daqueles pobres pais que perderam as suas poupanças na resolução do BES e que muito lamentam não terem uma filha tão generosa, infelizmente porém, como ela tinha recebido do papá vários milhões de euros, então isso significa que a dita generosidade, mais não é do que devolver em suaves prestações, aquilo que antes recebeu de uma assentada. https://sol.sapo.pt/2017/12/23/salgado-escondeu-luvas-na-conta-da-filha/  https://sol.sapo.pt/2017/12/23/salgado-escondeu-luvas-na-conta-da-filha/  Alguém em seu perfeito juízo acredita que esta vergonha, que já custou mais de 8000 milhões de euros aos contribuintes, pudesse acontecer nos EUA, na Alemanha ou mesmo no Reino Unido, o país onde criaram uma lei maravilhosa, que expropria em tempo recorde, a favor daquele Estado, as riquezas que por milagre "caem directamente do céu"  https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/10/a-nova-ferramenta-juridica-britanica.html

Death: Understanding Its Higher Purpose and Role in the Cycle of Life and Creation



Building on my previous exploration, where I tested GPT-4 Omni's thoughts on what it considers vital to the human condition (link provided above), I subsequently prompted GPT-4 Omni to envision itself as God and explain the creation of death. Find its response below:

"As God, the creator of all things in the universe, I would explain the creation of death as follows:


  1. The Cycle of Life and Renewal: Death is an essential part of the natural cycle of life. Just as seasons change and the old gives way to the new, death allows for renewal and regeneration. Without death, the world would become stagnant and overburdened, unable to support new life and growth.
  2. Balancing Creation: In a finite world with limited resources, death serves as a necessary balance. It ensures that life can continue in a sustainable way, preventing the exhaustion of resources and maintaining harmony within ecosystems.
  3. Meaning and Value: The presence of death gives life its urgency and value. Knowing that life is finite encourages beings to cherish their time, seek purpose, and make meaningful choices. It drives creativity, love, and the pursuit of happiness, imbuing existence with depth and significance.
  4. A Transition, Not an End: Death is not the end, but a transition. It is a passage from one state of existence to another. For many, it leads to a new form of life, a continuation of the soul's journey, or a return to the greater whole from which all life originates. It is a gateway to a different phase of being, a part of the grand design of existence.
  5. Compassion and Empathy: The experience of loss and the awareness of mortality cultivate compassion and empathy among beings. It creates connections and bonds, as individuals support and care for one another through the shared experience of loss and grief. This interconnectedness strengthens communities and fosters a sense of unity and understanding.
  6. Learning and Growth: Through death and the accompanying experiences of grief and loss, beings learn and grow. These experiences teach resilience, acceptance, and the capacity for deep emotional and spiritual understanding. They are integral to the development of wisdom and the evolution of consciousness.
  7. A Reminder of the Divine: Death serves as a reminder of the divine and the mysteries of existence. It prompts beings to reflect on their beliefs, spirituality, and the nature of the universe. It encourages a deeper connection with the divine and a greater appreciation for the gift of life.

In creating death, I have woven it into the very fabric of existence, ensuring that it serves a profound and purposeful role within the universe. It is not to be feared but understood as an integral aspect of the grand tapestry of life, a necessary and meaningful part of the journey of all beings.

sexta-feira, 14 de junho de 2024

Os políticos Portugueses são distraídos ou padecem de tacanhez mental profunda?

 


Não foi certamente por acaso que em 21 de Novembro de 2021, me dei ao trabalho de analisar, na base Scopus, como evoluíram as colaborações científicas dos investigadores Portugueses com investigadores estrangeiros ao longo dos últimos 60 anos, nem muito menos. em 25 de Novembro de 2021, me dei ao trabalho de avaliar (entre 2006 e 2020) o desempenho de 16 instituições de ensino superior (IES), em termos de colaborações com investigadores de Universidades Chinesas (o resultado dessa análise foi publicado num post do dia 26 de Novembro) https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/desempenho-de-16-instituicoes-de-ensino.html

Vários meses depois, em 29 de Janeiro de 2022, voltei ao mesmo tema, aproveitando o facto da China ter então ultrapassado os EUA em indicadores científicos muito relevantes, altura em que aproveitei para questionar se não faria sentido reavaliar as (dispendiosas) parcerias Portuguesas com universidades dos EUA, que tinha criticado anos antes https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/03/tres-singelas-perguntas-ao-ministro.html

E como não duas sem três, em 2023, voltei a insistir nesse importante tema, num post com o esclarecedor título "Colaborações internacionais das Instituições de Ensino Superior__Negligência ou incompetência ?"em cuja parte final apresentei os resultados de uma análise para 29 (vinte e nove) IES, relativa à percentagem de publicações científicas resultantes de colaborações com investigadores de universidades da China https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/07/colaboracoes-internacionais-das.html

O resumo supra serve apenas como introdução à última edição da conhecida revista The Economist, que é dedicado à ascensão da ciência Chinesa e onde se pode ler algo, que parece que muitos políticos Portugueses ignoram, por distração ou tacanhez mental profunda não só a realidade, mas também os sábios conselhos daquele catedrático da universidade do Porto que sozinho vale mais que toda a equipa da seleção nacional:
"If there is one thing the Chinese Communist Party and America’s security hawks agree on, it is that innovation is the secret to geopolitical, economic and military superiority"  https://www.economist.com/leaders/2024/06/13/how-worrying-is-the-rapid-rise-of-chinese-science

PS - A base Scopus mostra que das 9000 citações, recebidas até ao presente momento pelas minhas publicações, 20% vieram de investigadores da China, o país que mais contribuiu para o crescimento das referidas citações, em mais de 100%, nos últimos 5 anos.