quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Paper__How 100 Top U.S. Universities Are Navigating Generative AI in Education

 


Building upon the insights presented in the recent post, Advancing Tutor Training Through GPT-4: A Breakthrough Study from Carnegie Mellon (referenced above), it is pertinent to draw attention to a newly published paper in Computers & Education: Artificial Intelligence.

This research investigates the landscape of Generative AI policies, statements, guidelines, and resources across the leading 100 universities in the United States. Through meticulous analysis, the study finds that a substantial 81.7% of these institutions have curated resources offering foundational technical knowledge on Generative AI. These resources are crafted to facilitate instructors' comprehension and exploration of the potential applications of Generative AI within educational settings. Furthermore, the study reveals that 53.8% of the surveyed institutions actively promote the pedagogical advantages associated with Generative AI. Additionally, 54.8% of these universities empower instructors to autonomously define and implement classroom policies related to Generative AI usage, underscoring a flexible approach toward integrating AI in instructional practices https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2666920X24001292#se0170

PS - In the concluding phrase of a prior post, I raised the question of whether Europe is prepared to adopt a ruthless American-style business ethos in its quest for economic success. Now, in the context above, I must ask: should Europe—and the rest of the world—uncritically follow America's hasty and imprudent push to adopt generative AI in education?

As universidades "distraídas" que deixam os seus investigadores de cabelos em pé


O ranking Elsevier-Stanford de investigadores altamente citados (o único a nível mundial que consegue cumprir três requisitos básicos) e que foi tornado público no passado dia 16 de Setembro, foi divulgado pelas universidades públicas em momentos bastante diferentes:

19 e 20 de Setembro........U.Évora, U.Minho e U.Aveiro
23, 24 e 25 Setembro.......U.Porto, U.Lisboa, U.Nova, U.Madeira e ISCTE
10 de Outubro..................U.Coimbra
24 Outubro.......................UALG
28 de Outubro..................UBI

Estranhamente a última universidade da lista, achou preferível em 25 de Setembro divulgar um "ranking" que nomeei na altura como sendo o ranking da Asnice Delirante, "distracção" essa que sem dúvida alguma deve ter deixado com os cabelos em pé, os investigadores daquela universidade, constantes do ranking Elsevier-Stanford, que ainda tiveram de esperar mais de 30 dias para ver a sua universidade reconhecer publicamente o seu mérito. 

Uma hipótese para explicar a referida "distracção", passa por admitir que alguém na UBI, pretendeu agradar ao seu Magnifico Reitor (foto supra), já que o nome daquele aparecia destacado na noticia sobre o ranking da Asnice Delirante, mas a ser assim, trata-se de um autêntico tiro logo nos dois pés em simultâneo, pois essa pessoa mostrou que ignora que o ranking da Asnice Delirante, só é apreciado por dois tipos de investigadores, os especialistas da auto-satisfação, leia-se os especialistas em auto-citações e aqueles sem escrúpulos, que se aproveitam das conhecidas fragilidades do Google Académico, que rastreia tudo, incluindo até mesmo publicações que são apenas grosseiras falsificações  https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/05/paper-how-to-exploit-chatgpt-for-large.html 

terça-feira, 29 de outubro de 2024

O misterioso vírus da irrelevância científica que atacou forte nas instituições de ensino superior localizadas abaixo do rio Mondego


No conhecido ranking de investigadores altamente citados Elsevier/Stanford de 2024, há 633 investigadores no ficheiro carreira, que trabalham em instituições Portuguesas. Nos primeiros 78 lugares, não há um único investigador de um instituto politécnico, porque aquele que lá aparece nomeado já faleceu https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/09/portugal-os-100-investigadores-mais.html

Entre esses 633 investigadores, há apenas duas dezenas pertencentes a institutos politécnicos, o que representa apenas 3 (três)% do total, mas o mais estranho é que 90% dos investigadores dos politécnicos que aparecem nesse ranking, pertencem a instituições localizadas acima do Rio Mondego, o que diz bastante sobre a baixa relevância, das investigações, produzidas nos institutos Politécnicos localizados abaixo do Rio Mondego.  

E agora que os Politécnicos passaram a estar habilitados a atribuir o grau de Doutor (Lei nº 16/2023 do Governo de António Costa), deveria pelo menos limitar-se essa possibilidade somente aos professores desse subsistema, com uma obra científica minimamente relevante, para evitar que aqueles possuidores de uma obra irrelevante, leia-se de esterilidade científica comprovada, prejudiquem de forma irreversível a carreira dos futuros doutorados, como foi demonstrado num estudo de 2019 de investigadores da UCLondon https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/09/junior-researchers-who-coauthor-work.html e foi novamente demonstrado num outro estudo publicado este ano, que foi mencionado na prestigiada revista Science https://www.science.org/content/article/budding-scientists-inherit-career-success-or-lack-it-their-mentors 

PS - Sobre os politécnicos onde a irrelevância científica parece ser "tradição", sendo incapazes de produzir um único artigo que receba mais de 300 citações Scopus revisite-se o post https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/01/ranking-da-irrelevancia-cientifica.html