domingo, 12 de janeiro de 2025

When Hypocrisy Meets Metrics: The Double Standards of Academic Publishing

 

Expanding upon the earlier discussion (linked above) concerning a mathematician’s paper that identified distinct patterns in papermilling—where potentially dubious behaviors were flagged by examining the publication records of two Highly Cited Researchers as illustrative examples—it is now essential to address a new study revealing substantial inflation of publication metrics across several universities.

This study, using data from Scopus and Web of Science, identified 80 universities whose research output grew by over 100% from 2019 to 2023. Notably, one university in Iraq saw a 1,500% increase, while another in Egypt experienced a nearly 1,000% rise in published papers https://direct.mit.edu/qss/article/doi/10.1162/qss_a_00339/125732/Using-Bibliometrics-to-Detect-Questionable 

While many in Western academic circles have leveraged these findings to critique institutions in Iraq and Egypt, such criticism demonstrates a striking hypocrisy. It conveniently sidesteps the fact that the professor responsible for an extraordinary 336 Scopus-indexed publications in a single year was based in Denmark, rather than Iraq or Egypt. 

When comparing the ratio of retracted papers per million people, the United States has twice the ratio of Egypt, while the United Kingdom's ratio is three times higher. If Iraq were included in the comparison, the figures for both the United States and the United Kingdom would look even worse. Moreover, it is worth highlighting the case of American scientists who remarkably continued to have papers published even after their deaths https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/08/necroauthorship-dead-scientists-who.html

PS -  It is worth recalling a warning I wrote a few years ago: "...if this becomes the norm in Western countries, third-world nations may be inclined to replicate these "successful" practices, cultivating their own super-scientists. Consequently, if an African super-scientist were to emerge with 10,000 or 20,000 publications at the summit of the publishing rankings, there would be little ground for criticism..." https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/03/how-many-papers-can-superscientist.html

1 milhão de Portugueses em teletrabalho, coloca-nos mais perto da realidade da Finlândia ou da Bulgária ?


Na secção de economia do Expresso, um artigo sobre o teletrabalho dá conta que em Portugal existe quase 1 milhão de trabalhadores que continuam a utilizar esse regime. Informa também que algumas empresas Portuguesas que tentaram arranjar candidatos (com talento) para trabalho presencial e simplesmente não os conseguiram encontrar, porque no nosso país o talento é escasso e esse talento prefere a modalidade do teletrabalho. 

Aliás se de acordo com as estatísticas do Eurostat, a pobre Bulgária é o país europeu que possui a menor percentagem de teletrabalho e são precisamente os ricos países nórdicos, com a Finlândia à cabeça, que possui a mais alta percentagem de teletrabalho, aquilo que faz sentido é que as empresas Portuguesas se tentem aproximar das práticas dos países nórdicos e afastar-se das da Bulgária, pois na verdade o nosso país ainda está longe da percentagem de teletrabalho da Finlândia, país esse que possui um PIB/capita que é mais do dobro do de Portugal, a não ser que Portugal prefira antes ter o PIB/capita da Bulgária.   

Para desgraça já basta o facto, da actual percentagem de teletrabalho dos Portugueses não se dever a nenhuma estratégia inteligente das empresas, no sentido de copiarem o que se faz nos ricos países nórdicos, mas apenas às obrigações associadas ao confinamento por conta do Covid-19, e posteriormente aquela, por conta da infame invasão Russa da Ucrânia e da consequente Resolução do Conselho de Ministros n.º 82/2022 que definiu o conteúdo Plano de Poupança de Energia que incentivou o recurso ao teletrabalho. 

É claro que o artigo em causa também refere, que algumas empresas, não estão minimamente interessadas em trazer os trabalhadores para o trabalho presencial, porque entretanto aumentaram o número de trabalhadores das suas empresas e isso significaria terem de pagar pela ampliação do espaço de escritório, que é extremamente caro, especialmente nos grandes centros urbanos e também porque concluiram que o teletrabalho não se tem reflectido de forma negativa na produtividade dessas empresas. 

Ainda sobre o teletrabalho, e as diferentes expectativas dos trabalhadores de 16 países, revisite-se o post anterior de título "Intrigante comportamento mimético entre Italianos e Chineseshttps://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/12/o-quinto-artigo-um-diluvio-de-milhoes.html

PS - Tendo em conta que o quase 1 milhão de trabalhadores que em Portugal está em teletrabalho, não está a entupir as estradas deste país, agravando problemas de trânsito e provocando acidentes, que tem elevados custos humanos e materiais, nem a consumir combustíveis que Portugal tem de importar, nem a emitir gases com efeito de estufa, que Portugal se obrigou a reduzir no âmbito de compromissos internacionais, já para não falar dos seus efeitos na saúde, vide a informação sobre as cidades com maior poluição atmosférica https://noctula.pt/poluicao-do-ar-os-15-locais-mais-poluidos-de-portugal/ aquilo que faz sentido é que as empresas onde eles trabalham possam ser beneficiadas em sede fiscal, ao contrário de outras que recebem benefícios fiscais sem o merecerem, como por exemplo aquelas que tem benefícios fiscais por conta da aquisição de viaturas de luxo, e que ajuda a perceber porque é que há tantas viaturas de luxo em Portugal, até mesmo em concelhos pobres https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/a-riqueza-escondida-nos-concelhos-mais.html

sábado, 11 de janeiro de 2025

O inesperado regresso dos Russos a um blog Português onde foram maltratados

 


No dia 25 de Dezembro de 2023, divulguei o facto de muito embora os visitantes Russos terem ocupado em números absolutos o 11º lugar entre os países que ,mais visitaram o meu primeiro blog, desapareceram, por conta dos meus posts, no meu segundo blog, como por exemplo aquele post, que foi publicado no dia 23 de Fevereiro de 2022, precisamente nas vésperas da Rússia ter invadido a Ucrânia, onde lembrei as quase 2 milhões de Alemãs, com idades entre os 8 e os 80 anos, que foram violadas por soldados  Russos, algumas delas que o foram até mesmo por dezenas deles https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/02/putin-and-greatest-mass-rape-phenomenon.html ou por exemplo aquele outro post onde recordei outras muitas violações de soldados Russos, que tiveram lugar aquando do ignominioso roubo Russo de quase 1 milhão de quilómetros quadrados de território Chinês, uma área dez vezes superior, à área que a Rússia ocupa actualmente na Ucrânia  https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/02/a-museum-with-69-metre-long-panoramic.html

É por isso bastante singular e até bastante inesperado, que uma análise das visitas ocorridas a este blogue, que tiveram lugar ao longo dos últimos 3 meses, mostre que os Russos estão de regresso, e inclusive como uma frequência bastante superior aquela que mostraram no meu primeiro blogue, fazendo subir aquele país para o 7º lugar, vide lista infra.  
  1. Estados Unidos 
  2. Países Baixos 
  3. Alemanha 
  4. Singapura 
  5. Irlanda 
  6. Finlândia 
  7. Rússia 
  8. Espanha 
  9. Áustria 
  10. Índia 
  11. Reino Unido 
  12. Hong Kong 
  13. Austrália 
  14. Brasil 
  15. França
Se a lista supra for ordenada relativamente ao rácio de visitantes por milhão de habitantes, conclui-se que o pódio da assiduidade é composto pela Irlanda, Singapura e Holanda, e logo a seguir surge a Finlândia, EUA e Alemanha, o que significa, desde logo, que Singapura perdeu o 1º lugar que tinha ocupado até há poucos meses atrás https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/08/a-intrigante-e-incompreensivel-atraccao.html