quinta-feira, 5 de maio de 2022

PS e PSD aliam-se para nomear juiz maçom para fiscalizar os serviços secretos

 

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/04/o-supino-descaramento-do-magistrado-que.html

Sobre os tais magistrados, mencionados no post acima, que deviam andar pelos tribunais a ajudar a reduzir a elevadíssima pendência processual, mas ao invés andam em cargos de nomeação politica, informa hoje o jornal Público que o juiz Mário Belo Morgado, maçom declarado, irá fiscalizar as secretas Portugueses, onde curiosamente, também existe um elevado número de maçons https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/os-servicos-de-espionagem-portugueses-e.html

O referido juiz Mário Belo Morgado é o mesmo juiz que há não muito tempo era Secretário de Estado da Justiça, e achou boa ideia contratar para exercer funções de Assessor Jurídico, alguém ligado ao PS, a quem a Universidade Lusófona anulou o doutoramento por plágiohttps://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/01/3700-eurosmes-para-o-assessor-que.html

É por isso muito esclarecedor saber, como agora se ficou a saber, quais são os assuntos em que o PSD se junta ao PS. Aquilo que os Portugueses nunca irão ver é o PS juntar-se ao PSD para aprovarem a eliminação dos subvenções vitalicias dos politicos, que nos últimos dez anos já custaram aos contribuintes mais de 70 milhões de euros. 

PS - Também hoje informou a imprensa que o conhecido Vale e Azevedo anda em Londres a viver à grande e à Inglesa por conta dos milhões de euros que meteu ao bolso em Portugal. Um dos advogados de uma das suas vitimas afirmou que "de prescrição em prescrição Vale e Azevedo é um dos expoentes da impunidade". Como é evidente os "generosos" prazos de prescrição, que existem na legislação Portuguesa também são o resultado de um acordo (reles e sórdido) entre o PS e o PSD, da mesma forma que também recentemente, o PS se aliou mais uma vez ao PSD, desta vez, para dificultar que a justiça pudesse declarar perdidos a favor do Estado Português o dinheiro obtido em actividades criminosas https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/02/revista-sabado-revela-como-mais-uma-vez.html

terça-feira, 3 de maio de 2022

A Bégica e a maximização da produtividade laboral através do corte de mãos


Como ontem informava o conhecido órgão de informação Norte-Americano Politico, por estes dias tem lugar na Bélgica, o julgamento sobre a morte de um estudante de engenharia (natural de um país Africano) na conhecida Universidade Católica de Lovaina, que foi perpetrado por outros estudantes da mesma universidade, pertencentes a familias ricas de Antuérpia, incluindo o filho de um juiz. https://www.politico.eu/article/sanda-dia-trial-death-ku-leuven-university-belgium-spotlight-hazing-rituals/

Consta que os referidos estudantes tinham hábitos curiosos, como o de gostarem de cantar um tema intitulado "Vamos cortar essas mãozinhas que o Congo é nosso" que está ligado ao sádico hábito dos Belgas, enquanto ocupantes do Congo, cortarem as mãos dos Congoleses, que não cumprissem a sua quota diária de extracção de borracha. Como é evidente que o corte de mãos não contribuía para o aumento da produtividade laboral (embora tivesse um forte efeito dissuasor), os Belgas optavam por isso, muitas vezes, por cortar antes as mãos dos filhos e filhas dos nativos. https://englishdocs.eu/wp-content/uploads/2020/06/King-Leopolds-legacy-of-DR-Congo-violence.pdf

PS - Será que o supracitado fatídico acontecimento é apenas mais uma prova que valida as conclusões de estudos sobre ricos efectuados por investigadores da Universidade da Califórnia ?  

domingo, 1 de maio de 2022

Os diplomados pelo Imperial College que nunca puseram um pé no Imperial College

 

É bastante curiosa a forma como funciona a "psicologia" dos governantes da Alemanha, que ao invés de tentarem sensibilizar os Alemães para pouparem energia, para assim reduzirem o montante de dinheiro que enviam para a Rússia e dessa forma ajudarem indirectamente a Ucrânia, acham que os habitantes daquele país são muitíssimo mais receptivos a esse "sacrifício energético" se ele for feito para irritar o cobarde psicopata Bloodymir Putin ! 

Seja como for e tendo em conta que, seja para irritar o cobarde psicopata Putin seja para ajudar a Ucrânia, o facto é que esta imperiosa necessidade de restrição energética e da implícita minimização de viagens, implica que de certa forma estamos (muito ironicamente) quase de volta ao conhecido paradigma pandémico, em que se incentivou o teletrabalho

Nesse contexto, é importante ter presente uma recente e interessante entrevista que o Jeff Maggioncalda deu ao jornal Público, na sua qualidade de CEO da Coursera, a conhecida plataforma de ensino online, a quem o Covid-19 ajudou a duplicar o número de utilizadores para quase 80 milhões. Tenha-se aliás presente que 80 milhões de alunos, equivale a mais do dobro de todos os estudantes que frequentam o ensino superior na Europa e nos EUA. 

É evidente que a Coursera e outras plataformas de ensino online, não tem hipótese de competir com as instituições de ensino superior, em formações como a medicina ou que requerem formação em contexto de laboratório, mas ainda assim são uma alternativa de baixo custo (e principalmente de baixo impacto carbónico) para muitas formações, principalmente naquelas formações obtidas em conjunto com conhecidas universidades, como por exemplo o Imperial College e no diploma nem sequer irá aparecer que a formação foi feita na Coursera, mas apenas na tal conhecida universidade: 
"O diploma é universitário e não faz qualquer referência à Coursera. O teu empregador nunca saberá pelo diploma que fizeste o teu curso de machine learning do Imperial College através da nossa plataforma online. Os diplomas são iguais aos de quem faz o curso num campus e não há distinção" https://www.publico.pt/2022/04/26/economia/entrevista/nao-voltaremos-mundo-so-campus-garante-diploma-2003369 

É também evidente, que se o ensino superior nos Estados Unidos, já perdeu mais de um milhão de alunos, isso também se fica a dever à existência plataformas de ensino online, como a supracitada Coursera, que afirma no seu último relatório possuir 17 milhões de utilizadores naquele país, e cuja formação possui obviamente um custo muito inferior ao custo de um curso universitário clássico. Resulta igualmente daqui, que naqueles países, como a Finlândia, onde não há lugar ao pagamento de propinas, que a penetração das referidas plataformas terá bastante menos sucesso. 

PS - Por último e não menos importante, é tentar perceber como é que o facto de muito em breve "as tecnologias de Inteligência Artificial disponibilizarem a cada um de nós o acesso ao equivalente a 100 especialistas humanos" irá alterar o paradigma da formação universitária, que assentava e paradoxalmente ainda continua a assentar na formação de especialistas (leia-se fachidiot e revisite-se também o decorrente conceito de utilitarismo científico), apesar de algumas tímidas embora tardias "inovações" (ditas) pedagógicas ?