domingo, 18 de fevereiro de 2024
Portugal’s new "environmental offender": A critical examination of misplaced priorities
sábado, 17 de fevereiro de 2024
A canalha político-mediática e a corja político-partidária
a) Na França e noutros países civilizados a impunidade dos políticos não existe, pelo que de forma bastante expedita conseguem condenar até mesmo ex-Presidentes e ex-Primeiros-Ministros, a penas de cadeia efectiva, quando aqueles se metem em "atalhos" de financiamento partidário (caso do Nicholas Sarkozy) ou quando arranjam empregos a familiares, como aconteceu com o François Fillon https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/12/socialista-sem-pingo-de-vergonha-na-cara.html
b) Já em Portugal a punição das acções criminosas levadas a cabo pelas rapaces elites político-económicas, nunca se alcançará enquanto não houver no nosso país instrumentos legais, que sejam capazes de tornar a justiça eficaz e dissuasória, quem o afirmou foi o corajoso Procurador Geral Adjunto Jubilado Euclides Dâmaso https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/12/procurador-geral-adjunto-jubilado-acusa.html
c) Desgraçadamente porém, as tais leis que permitiriam tornar a justiça eficaz e dissuasória nunca serão aprovadas pelo Parlamento Português, pela mesma razão que aquele também nunca aprovou uma lei contra o enriquecimento ilícito, porque o nosso país tem um sistema de justiça (Romano-Germânico) que favorece a epidemia de corrupção (que há muito nos empobrece) ao mesmo tempo que vai enchendo o bolso aos catedráticos de Direito https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/02/gpt-4-consegue-reduzir-custos-com.html
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024
As novas obrigações morais de professores universitários e investigadores
Se é certo que as restrições éticas à entrada na carreira académica e de investigação, que foram mencionadas no post supra, se podem remeter (cómoda mas hipocritamente) para o médio ou longo prazo, já as obrigações morais de professores universitários e investigadores, no respeitante a terem um comportamento sustentável, já não possível descartá-las com essa facilidade, pois se aqueles ligados à ciência, que tanto estudam, escrevem e falam sobre emergência climática e a urgência de comportamentos sustentáveis, não são capazes de liderar pelo exemplo, pelo que muito dificilmente conseguirão convencer os seus concidadãos, para que também eles possam o mais cedo possível perceber a sua indeclinável quota parte de responsabilidade nessa tarefa coletiva. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/10/the-role-of-academia-towards-type-1.html
PS - O supracitado cientista é um daqueles que "sucumbiu" ao apelo dos catedráticos C.Gardner (Kent U.) e C.Wordley (Cambridge U.) que em 2019, num artigo publicado na revista Nature, apelaram aos cientistas para que se juntem a movimentos de desobediência civil, introduzindo assim uma dimensão adicional de responsabilidade às obrigações universitárias https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/the-scientists-who-have-abandon.html responsabilidade essa que se tornou muitíssimo mais evidente face à gravidade do discurso de dois outros catedráticos, Gills and Morgan: "Dramatic action is now urgently needed by all—from governments, financial entities, corporations, communities, households, and individuals...without it our nightmares may become realities"
