sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
É absolutamente urgente isolar a Rússia, incluindo até mesmo as suas universidades
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
Investigadores exigem respeito pela regra "sete cães a um osso"
Já não bastava o regabofe que foi comentado no post acima e agora fica-se também a saber, através da revista Sábado, desta semana, que na Câmara Municipal de Lisboa as avenças com assessores já ultrapassam 4 milhões de euros. Uma das vereadoras até consegue ter mais assessores do que o próprio presidente da Câmara, nada menos do que dez. Infelizmente a coisa parece que não vai ficar por aqui porque naquela Câmara há quem ache que ainda fazem falta muito mais assessores, já que a factura ainda vai longe de 13 milhões de euros e até porque há muitos politicos que estavam à espera de ser deputados e portanto precisam de um emprego alternativo que pague decentemente (cada assessor pode ganhar 45.000 euros/ano mais IVA).
Porque será que neste mesmo país, que é tão mãos largas com os assessores politicos, é ao mesmo tempo tão avaro com a investigação científica, e os investigadores nem sequer podem sonhar em ter direito à conhecida e miserável regra de "sete cães a um osso" (o que equivale a um taxa de sucesso de 17%) já que os projectos de investigação, financiados pela FCT, possuem taxas de sucesso muito inferiores aquela percentagem, significando isso que na investigação há muito mais "cães", quase 20, para o mesmo osso.
Um hino à hipocrisia de três estarolas e uma tiazinha
Manuel Alegre, Vera Jardim, Alberto Martins e Maria de Belém Roseira (tiazinha do sobrinho Garrett) os quais estão metidos até as orelhas no nascimento da famosa lei, de legalização à pressão de judeus sefarditas, que como escrevi em Dezembro passado, vide email abaixo, manchou a reputação de Portugal quando legalizou o amigo do psicopata Putin, defendem hoje no jornal Público que a dita lei é maravilhosa, mas se por hipótese tiver servido para cometer ilegalidades aquelas devem ser investigadas pelas autoridades competentes. Já sobre o facto mencionado no post abaixo é que nem uma palavrinha lhes mereceu. https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/02/em-portugal-os-judeus-pobres-sao.html
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De: F. Pacheco-Torgal
Date: sábado, 18/12/2021 à(s) 07:43
Subject: Mais uma mancha na reputação de Portugal
Hoje o tema forte que abre o jornal Público é o facto do conhecido Russo Roman Abramovich, depois de o Reino Unido não lhe ter renovado o visto que lhe permitia viver naquele país, ter entretanto adquirido a nacionalidade Portuguesa, por conta daquela lei muito polémica, que anda a encher o bolso aos advogados e a qual critiquei aqui https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/05/os-advogados-portugueses-e-brasileiros.html
O que muito estranhamente o artigo do jornal Público não diz, num longo artigo de 4 páginas (!!!) é que o senhor Abramovich tentou antes obter permissão para viver na Suiça, mas a mesma foi lhe recusada por ligações ao mundo do crime organizado, que um relatório da policia Suiça afirma que seriam um perigo para a segurança pública daquele país e também por essa residência ser uma mancha para a reputação da Suiça https://www.thetimes.co.uk/article/roman-abramovich-denied-swiss-residency-over-crime-links-m8pvzd55x
Porque será que aquilo que é um perigo para a segurança pública e uma mancha para a reputação é coisa que não incomoda minimamente os responsáveis deste país ?