terça-feira, 19 de abril de 2022

Equipa de 8 investigadores prevê que a Humanidade só se tornará numa civilização do tipo 1 (escala de Kardashev) em 2371



Na  sequência do post acessível no link acima, onde foi mencionada uma previsão do conhecido Físico Michio Kaku, sobre a possibilidade da Humanidade conseguir tornar-se numa civilização do tipo 1, nos próximos 100 anos, segue abaixo link para uma recente publicação, onde é feita uma previsão muito mais pessimista https://arxiv.org/abs/2204.07070

O primeiro autor da referida publicação, e que está ligado ao conhecido Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), instituição de 46 vencedores de prémios Nobel, é também o primeiro autor de uma outra publicação que comentei aqui https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/04/scientists-driven-by-suicidal.html

PS - Ainda sobre evoluções civilizacionais é também pertinente (embora contraditório) recordar os 8 principios da descivilização.

Lavra imparável o fogo do assédio sexual na FDUL

https://observador.pt/2022/04/19/mais-um-professor-da-fdul-acusado-de-assedio-sexual-docente-apoiava-todas-as-causas-e-participou-em-manifestacao-ao-lado-de-alunas/

Será que alguém se pode admirar que o tema do assédio sexual na FDUL continua a render manchetes na imprensa, como aquela no link acima sobre um docente daquela instituição, que quando as alunas rejeitavam os seus avanços as insultava inclusive com termos como "Cabra", quando ainda por cima na referida instituição até há (pasme-se) professoras que nem sequer sabem o que é assédio e a própria directora da FDUL, tem o supino desplante de dizer, sem lhe cairem imediatamente todos denteas, que naquela instituição há professores casados com alunas ? 

Nos EUA um Presidente de uma Universidade, Mark Schlissel, foi demitido há pouco tempo, por conta de ter assediado por email uma funcionária da mesma universidade. E quando é que em Portugal haverá também despedimento de um professor universitário por assédio sexual ? 

Essa é, a meu ver, a única forma de um vez por todas, meter todos os professores assediadores na ordem. E enquanto isso não suceder, os mesmos vão continuar a julgar, que o seu estatuto de impunidade garantida ainda continua intacto e irão reiniciar o assédio assim que passar a presente fase de elevada "excitação" jornalistica.  

PS1 - Será possível que o supracitado docente da FDUL, não saiba que a justiça deste país (vide Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa Nº10790/2007-8) considera gravemente ofensiva da dignidade de qualquer mulher chamar-lhe "Cabra" ?

PS2 - Na semana passada, um professor da FDUL acusou de assédio, a própria Directora daquela instituição e disse ainda ter sido vitima de uma burla amorosa por parte de uma ex-aluna https://sol.sapo.pt/artigo/768627/direito-de-resposta-de-francisco-aguilar

segunda-feira, 18 de abril de 2022

The best of times, the worst of times, and the times that we no longer have

 

“It was the best of times, it was the worst of times, it was the age of wisdom, it was the age of foolishness, it was the epoch of belief, it was the epoch of incredulity, it was the season of Light, it was the season of Darkness, it was the spring of hope, it was the winter of despair...

Still following a previous post about the universe and its lack of perfection it makes perfect sense to initiate this post by quoting the opening paragraph of Charles Dickens's novel, A Tale of Two Cities, as an introductory note for a recent article in The Economist over a famous clash that unfolded a century ago, precisely on April 6th, 1922, between the 43-year-old Albert Einstein and the 63-year-old French philosopher (and ardent vegetarian) Henri Bergson about the nature of time. 

The article recently published in The Economist offers a noteworthy insight from theoretical physicist Carlo Rovelli, who observes "Bergson correctly pointed out that experiential time has more features than the time the physicists were talking about". It is important to bear in mind that Carlo Rovelli is the same scientist who said back in 2019 that "You have to be a rebel to be a creative scientistanticipating the findings of the paper "New directions in science emerge from disconnection and discord" published a few months ago in the Journal of Informetrics.

PS - Ironically, but also tragically, time is the very commodity humanity lacks in its endeavors to combat climate change. Another article in the same edition of The Economist forewarns that we are entering a season of Darkness. Notably, the carbon intensity—indicative of the amount of carbon emitted for each unit of energy—should have seen an annual decline of 3.5% to curtail global warming to 2 ºC (7.7% for a 1.5 ºC goal) regrettably, it has only declined just 0.3% per year. Moreover, technological solutions for carbon sequestration are extremely expensive. Furthermore, the technological solutions for carbon sequestration prove exorbitantly expensive, with the two commercial entities offering to remove one tonne of carbon dioxide demanding fees between $300 and $1,000.