terça-feira, 7 de maio de 2024

Análise comparativa entre três modelos de IA generativa inspirada por um improvável catedrático de medicina



Há vários anos atrás, recordei uma afirmação do catedrático Sobrinho Simões, que em 2017, no Palácio de Belém disse que "aquilo que distingue a espécie humana não é a capacidade de dar respostas mas a de fazer perguntas", vide post acessível no link supra, nesse sequência sou a formular a seguinte pergunta, porque será que quando questionados sobre qual é a pergunta mais importante que existe, os dois modelos de inteligência artificial generativa, ChatGPT e Microsoft Copilot apresentam respostas diferentes, que abaixo se reproduzem ? 

Resposta do ChatGPTThat's quite the existential question! The most relevant question may vary depending on context and individual perspectives. However, a fundamental question that resonates across cultures and disciplines could be: "What is the meaning of life?" It's a timeless inquiry that has puzzled philosophers, theologians, scientists, and thinkers throughout history. The pursuit of understanding our purpose and existence seems to be a central theme in human thought and exploration.

Resposta do Microsoft CopilotThat’s a profound question. If I were to select one question that could be considered universally relevant, it might be: “What can we do to improve the well-being of all?” This question encompasses a range of important aspects such as health, education, equality, and the environment, reflecting the interconnectedness of our global community. It encourages us to think collectively and act in ways that benefit not just ourselves, but everyone.

Quando se coloca a mesma questão ao modelo Scopus AI (que recordo comentei neste blogue no passado dia 4 de Maio), a resposta não é muito interessante, porém na secção Foundational Documents, aparece uma publicação de título "Attention is all you need" que conseguiu um recorde, em apenas 7 anos, já recebeu mais de 50.000 citações na base Scopus. A referida publicação foi produzida por 8 funcionários da Google, que nela descrevem uma descoberta absolutamente extraordinária, que foi suficiente para os levar a abandonar aquela empresa, tendo criado outras com o valor de 4 biliões de dólares https://www.japantimes.co.jp/opinion/2023/07/19/commentary/world-commentary/google-ai-discovery/

PS - Durante o século XX, ainda antes do aparecimento da Google, seria motivo de risota admitir que algumas empresas conseguissem competir com as melhores universidades do Planeta na produção de conhecimento essencial, porém não só isso se tornou uma realidade irrefutável, como num artigo publicado na página 56 da revista The Economist, edição de 4 a 10 de fevereiro de 2023, foi possível ler que a Amazon e a Meta, produziam respectivamente dois terços e quatro quintos dos artigos sobre IA, que eram produzidos na riquíssima Universidade de Stanford e que esta por sua vez já produzia menos artigos do que a Alphabet e a Microsoft. Foi aliás nesta última empresa que foi produzido um dos artigos científicos mais citados de todos os tempos, "Deep residual learning for image recognition" que já recebeu até ao momento mais de 140.000 citações na base Scopus.  No presente contexto, o futuro das universidades afigura-se sem dúvida péssimo, a não ser que aquelas consigam descobrir, o que é que elas podem fazer que as empresas não querem, não conseguem ou simplesmente não podem.

segunda-feira, 6 de maio de 2024

Em profundo desacordo com a fragilíssima tese de um conhecido catedrático jubilado



Sendo certo que várias vezes partilhei das opiniões do catedrático jubilado Vital Moreira, a quem publicamente já admiti reconhecer "elevada sapiência e invulgar sensatez", vide post acessível no link supra, o facto é que desta vez aquele exagerou (errou) no post que ontem publicou no seu blogue, onde comentando um patético manifesto de 50 personalidades, tenta defender a frágil e esdrúxula tese, segundo a qual os políticos nem sequer conseguem dormir tal é a imensidão do pavor que sentem com o Ministério Público https://causa-nossa.blogspot.com/2024/05/manifesto-dos-50-3-contra-politica-do.html

A contra prova essa é fácil de fazer. Foi o Presidente do Sindicato dos Juízes que afirmou que há neste país quem tenha enriquecido na politica e se ande a rir de todos nós. Pelo que se conclui que só "personalidades" que vivem no mundo da lua é que podem achar que os políticos tem medo do Ministério Público. E porque é que eles haveriam de ter medo se foi a própria Procuradora Maria José Morgado que escreveu que em Portugal a corrupção está protegida pela própria lei

Os políticos deste país teriam medo era se por cá houvesse lindas leis penais como aquelas que existem na França, as quais permitiram em tempo recorde, julgar e condenar a penas de cadeia efectiva dois ex-primeiros Ministros https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/12/socialista-sem-pingo-de-vergonha-na-cara.html Aliás a falta de medo dos políticos Portugueses é tanta ou tão pouca, que até há autarcas condenados por corrupção que se recusam a abandonar as câmaras municipais. https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/12/o-procurador-geral-adjunto-que-da-dores.html 

E se algum dia houve medo por parte dos políticos foi só enquanto o corajoso juiz Carlos Alexandre trabalhou no Tribunal Central de Instrução Criminal, onde teve a seu cargo um elevado número de processos criminais escandalosos, mas políticos miseráveis, cobardes e velhacos não descansaram enquanto ele não tivesse que sair de lá https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/10/um-dia-sagrado-para-os-campeoes-da.html

PS - Quem não foi nada meigo com as indecentes propostas inscritas no manifesto das tais 50 (tristes) "personalidades" foi o implacável Eduardo Dâmaso, que sobre as referidas não teve medo de escrever "...perderam mesmo o decoro e entregaram-se de vez aos interesses de alguns advogados de negócios que inspiram o deplorável manifesto"

A Cutting-Edge Generative AI Research Tool for Streamlining Research Across 90 Million Scopus-Indexed Publications


Scopus AI stands as an advanced research tool, leveraging the potency of Generative AI. Tailored to aid researchers in traversing expansive realms of scientific literature, it presents a simplified route to accessing the most pertinent publications across diverse fields, rendering Boolean operators unnecessary

Coincidentally, I  recently received a request from Elsevier to draft a proposal for the third edition of a volume centered on the application of nanotechnology in the construction industry. It's worth noting that the first edition premiered in 2013, with the second edition following suit in 2018

Below, I share the insights yielded by Scopus AI in response to a query regarding this scientific domain: How does nanotechnology contribute to the development of sustainable built environment?

PS - The visual representation below showcases only a fraction of the extensive data generated by Scopus AI, including Foundational documents, insights from Topic experts, and a Concept Map. It's worth noting that several researchers have recently emphasized the value of the Foundational documents feature.